quarta-feira, 19 de maio de 2010

Curtas do Mercado Cooperativista





OPÇÃO DAS COOPERATIVAS

As tarifas avulsas de serviços bancários subiram até 328% entre abril de 2008 e fevereiro de 2010. O percentual é 33 vezes maior que a inflação do período (9,8%). Nos pacotes de serviços, a maior variação foi de 65,8%, sete vezes superior à inflação. Os dados são de estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec. Para as pessoas físicas e jurídicas, as micro, pequenas e médias empresas, e as cooperativas empresariais e de livre admissão, existe uma alternativa mais vantajosa no mercado financeiro. São as cooperativas de crédito, que não tem por objetivo o lucro, mas por meio da cooperação, oferecer aos associados acesso mais simples a produtos e serviços financeiros com taxas e tarifas menores do que as oferecidas por outras instituições do sistema financeiro tradicional. Isto permite maior inclusão de pessoas ao sistema “bancário”, bem como protege a renda dessas pessoas, por permitir economia em relação aos bancos, além de devolver o resultado (lucro).


O conceito de solidariedade e justiça social é a base do cooperativismo, pois é uma sociedade de pessoas que se unem em torno de um objetivo comum: a ajuda mútua. As cooperativas de crédito esperam crescer entre 25% e 30% em ativos e créditos neste ano – índice que deve ser superior à expansão do Sistema Financeiro Nacional.


Por não visarem o lucro, elas podem oferecer taxas de juros mais baixas – entre outros ganhos. O melhor deles é que, tudo aquilo que num banco corresponde ao lucro e que numa cooperativa é denominado de “sobras”, volta para o cliente na forma de capitalização da cooperativa e/ou diretamente em sua conta corrente. Porque numa cooperativa de crédito, as decisões são em assembléias gerais onde cada associado tem um voto. Mais do que um cliente, ele é o dono da cooperativa.

O grande desafio é tornar esse modelo mais conhecido e mostrar para a sociedade que o banco que o cliente sempre quis, não é banco. É uma cooperativa de crédito.




CENTRAL DE COOPERATIVAS DE CRÉDITO PASSA A INTEGRAR O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

A partir desta segunda-feira (17/5), a Cooperativa Central de Crédito Urbano (Cecred) passa a realizar a compensação de títulos e cheques, transferências, entre outros, sem depender de bancos. A liberação às cooperativas de crédito foi dada no ano passado pelo Banco Central. A Cecred será a pioneira nesses serviços, conforme explica seu presidente Moacir Krampeck em entrevista à RádioCoop para o Boletim OCB.



BRADESCO ENCURTA DISTÂNCIA PARA ITAÚ EM ATIVOS






OCESP LANÇA CARTILHA SOBRE FATES, FUNDO DE RESERVA e OUTROS FUNDOS


A Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) lança mais uma publicação com o objetivo de orientar os gestores de cooperativas de todos os ramos. A cartilha Fates, Fundo de Reserva e Outros Fundos orienta sobre a adequada utilização desses recursos em uma sociedade cooperativa. Os autores – Lajyarea Barros Arruda, consultora do Serviço Nacional de Aprendizagem do Estado de São Paulo(Sescoop/SP), e Paulo Vieira, coordenador jurídico da Ocesp – ressaltam que os fundos podem ser instrumentos para o cumprimento dos princípios cooperativistas.




VIVO E ITAÚ CHEGAM A 100.000 CARTÕES

A parceria entre Vivo e Itaucard, iniciada em julho do ano passado, acaba de atingir a marca de 100 000 cartões de crédito emitidos. Pelo acordo, clientes Vivo que utilizem o cartão da marca acumulam pontos que podem ser trocados por benefícios. Além da parceria com o Itaú, a Vivo fechou ontem um acordo com o Bradesco. Para os clientes do Bradesco que utillizam celulares da Vivo, as tarifas bancárias são convertidas em minutos a serem usados durante o mês em ligações.
Fonte: Revista Exame

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