A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou nesta quarta-feira (24) o Projeto de Lei 6789/06, do deputado Celso Russomano (PP-SP), que obriga as empresas que utilizam serviço de motoboy – próprio ou terceirizado – a contratarem seguro de vida e de invalidez permanente por acidente para os motociclistas.
Almeida destacou que o projeto protege o motociclista e a sua família, já que o texto inclui os herdeiros como beneficiários do seguro. E ressaltou que, segundo estudo da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), um acidente com motocicleta tem custo de 2,5 mil dólares (R$ 4.500), incluindo despesas materiais, previdenciárias e de assistência médica, e as decorrentes da morte de pessoas em idade produtiva.
Saulo Cruz
Agência Câmara (trecho).
quarta-feira, 31 de março de 2010
IDEC - Lei deve proteger os consumidores de seguros de vida
A legislação deve proibir expressamente que as seguradoras rescindam de maneira unilateral os contratos de seguro de vida, segundo opinião da advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Maíra Feltrin. A declaração foi feita nesta terça-feira em audiência pública da comissão especial sobre o Projeto de Lei 3555/04, do deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), que cria uma lei específica para os contratos de seguros privados.
Maíra Feltrin ressaltou ser favorável ao projeto, mas defendeu que o texto trate os seguros de vida de maneira diferente das demais modalidades - pela proposta do deputado Cardozo, o contrato poderá ser anulado sempre que uma das partes souber que é impossível cobrir o risco.
A advogada lembrou que tramita na Justiça de São Paulo uma ação civil pública movida pelo Idec - Instituto de Defesa do Consumidor contra empresas que romperam unilateralmente contratos de seguro de vida. "Não é justo frustrar a expectativa do cidadão em um contrato cativo [que não tem previsão de término]", afirmou.
Brizza Cavalcante
Agência Câmara (trecho)
Maíra Feltrin ressaltou ser favorável ao projeto, mas defendeu que o texto trate os seguros de vida de maneira diferente das demais modalidades - pela proposta do deputado Cardozo, o contrato poderá ser anulado sempre que uma das partes souber que é impossível cobrir o risco.
A advogada lembrou que tramita na Justiça de São Paulo uma ação civil pública movida pelo Idec - Instituto de Defesa do Consumidor contra empresas que romperam unilateralmente contratos de seguro de vida. "Não é justo frustrar a expectativa do cidadão em um contrato cativo [que não tem previsão de término]", afirmou.
Brizza Cavalcante
Agência Câmara (trecho)
SUSEP não foi consultada sobre criação de estatal.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) ainda não foi convocada pelo governo para participar do debate sobre da criação de uma estatal para operar na oferta de cobertura de riscos do segmento de infraestrutura.
Segundo o superintendente interino do órgão, Paulo dos Santos, a discussão "existe em teoria" e a Susep pode contribuir, assumindo a responsabilidade de expandir a oferta de proteção ao mercado de grandes riscos.
Paulo dos Santos garante que "há um leque de opções" e revela que há, inclusive, o interesse de grupos estrangeiros em explorar esse nicho do mercado brasileiro. "Fomos procurados por representantes de dois grupos internacionais interessados em riscos de infraestrutura", disse, sem revelar nomes, em entrevista ao site Viver Seguro, da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg).
INDEFINIÇÃO. O governo ainda não confirmou se Paulo dos Santos, atual diretor de Administração da Susep, será o novo superintendente da autarquia.
Fonte: Jornal do Commercio
Segundo o superintendente interino do órgão, Paulo dos Santos, a discussão "existe em teoria" e a Susep pode contribuir, assumindo a responsabilidade de expandir a oferta de proteção ao mercado de grandes riscos.
Paulo dos Santos garante que "há um leque de opções" e revela que há, inclusive, o interesse de grupos estrangeiros em explorar esse nicho do mercado brasileiro. "Fomos procurados por representantes de dois grupos internacionais interessados em riscos de infraestrutura", disse, sem revelar nomes, em entrevista ao site Viver Seguro, da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg).
INDEFINIÇÃO. O governo ainda não confirmou se Paulo dos Santos, atual diretor de Administração da Susep, será o novo superintendente da autarquia.
Fonte: Jornal do Commercio
terça-feira, 30 de março de 2010
Banda Black Drawing Chalks - exemplo de Geração Y
A Banda goiana Black Drawing Chalks, que significa “giz preto para desenhar”, é exemplo de sucesso da Geração Y. A Revista Rolling Stone no Brasil elegeu "May favorite way", a melhor música de 2009.
Geração y
Representantes da chamada geração Y ou geração do milênio, como foram batizados os nascidos dos anos 80 para cá, sua forma de pensar e agir pode atordoar – mas sobretudo surpreender – quem veio ao mundo antes do controle remoto. Impacientes e criativos, imediatistas e versáteis, eles começam a ganhar milhões com os seus projetos.
Dominínio da tecnologia, mais colaboração e menos hierarquia, atuação global e em nichos específicos, preocupação com a sustentabilidade são características desta geração.
Entenda a geração Y, veja o vídeo abaixo:
http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/videos/entenda-geracao-y-532811.shtml
Dominínio da tecnologia, mais colaboração e menos hierarquia, atuação global e em nichos específicos, preocupação com a sustentabilidade são características desta geração.
Entenda a geração Y, veja o vídeo abaixo:
http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/videos/entenda-geracao-y-532811.shtml
segunda-feira, 29 de março de 2010
Suécia x Brasil, na área da educação.
A Suécia tem 9 milhões de habitantes e cerca de 2 milhões de estudantes nas suas escolas. O ensino é integral para todos os alunos - e rigorosamente gratuito, das 9h as 16h30m. Os professores são bem remunerados e constituem um categoria socialmente muito respeitada. Os pais interagem pela educação dos filhos, especialmente nas primeiras séries do ensino fundamental.
O Professor Thomas Actaedius, da Universidade de Estocolmo, traçou as prioridades de sua instituição: a) formação científica; b) a formação de pensadores; c) a formação de professores. As crianças desde cedo, devem acostumar-se com a iniciação científica, é prioridade.
O resultado é a existência de uma país solidamente constituído do ponto de vista científico e tecnológico. Produz talvez o melhor papel do mundo, tem empresas internacionaios do porte da Volvo, Ericsson, da Scania e da SKF.
Não é de se estranhar, pois, que cuidando assim de seus recursos humanos, a Suécia esteja no topo das dez maiores economias mundiais impulsionadas pela inovação,superando países como Estados Unidos, Noruega e Dinamarca.
A conclusão óbvia é que o Brasil deve persistir nas estratégias de inovação.
Folha de São Paulo, 29.03.10
Arnaldo Niskier (trechos editados).
O Professor Thomas Actaedius, da Universidade de Estocolmo, traçou as prioridades de sua instituição: a) formação científica; b) a formação de pensadores; c) a formação de professores. As crianças desde cedo, devem acostumar-se com a iniciação científica, é prioridade.
O resultado é a existência de uma país solidamente constituído do ponto de vista científico e tecnológico. Produz talvez o melhor papel do mundo, tem empresas internacionaios do porte da Volvo, Ericsson, da Scania e da SKF.
Não é de se estranhar, pois, que cuidando assim de seus recursos humanos, a Suécia esteja no topo das dez maiores economias mundiais impulsionadas pela inovação,superando países como Estados Unidos, Noruega e Dinamarca.
A conclusão óbvia é que o Brasil deve persistir nas estratégias de inovação.
Folha de São Paulo, 29.03.10
Arnaldo Niskier (trechos editados).
Vivendo como uma Onassis.
O dono da corretora de seguros Qualicorp, José Seripieri Júnior, tornou-se o novo proprietário da cobertura paulisa que pertenceu a Athina Onassis. O mercado estima que ele desembolsou 35 milhões de reais por aquele que é considerado um dos melhores e mais elegantes apartamentos da cidade.
Veja, Holofote (31/03/10)
(Trecho)
Veja, Holofote (31/03/10)
(Trecho)
sábado, 27 de março de 2010
Só para refletir: Neurocientista ...
Assista se tiver tempo. Vale a pena.
Conheça o pontencial do cérebro humano. Neurocientista descobriu que qualquer um pode usar o cérebro para ser feliz.
Conheça o pontencial do cérebro humano. Neurocientista descobriu que qualquer um pode usar o cérebro para ser feliz.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Planeta água.
Semana em que se comemora nosso bem maior, a ÁGUA. Vale a pena ler.
Não houve mudança no teor de umidade na Terra. A água que os dinossauros bebiam há milhões de anos é a mesma que hoje vem como chuva. Mas vai existir água suficiente em um mundo cada vez mais populoso?
Mesmo enquanto damos como líquida e certa a presença da Mãe Água, nós, seres humanos, sabemos que, no fundo, é ela quem manda. Estabelecemos nossas civilizações nos litorais e junto aos grandes rios. Nosso maior temor é a ameaça de escassez - ou excesso - de água. Nos últimos tempos aumentamos a temperatura média do planeta em 0,74oC, um número que parece insignificante. Mas a água é a face visível do clima e, portanto, das mudanças climáticas. A alteração nos padrões de precipitação provoca inundações em algumas regiões e secas em outras, enquanto a natureza nos demonstra uma importante lição da física: a de que o ar quente contém mais moléculas de água que o ar frio.
A água é o mais fundamental dos recursos comuns. Os cursos d’água antes pareciam tão abundantes quanto os pombos, e a noção de preservar a água era tão ridícula quanto a de engarrafá-la. Mas as regras mudam. Incontáveis vezes os países estudaram os sistemas aquáticos e redefiniram os critérios de uso mais sensato. Agora o Equador se tornou a primeira nação do planeta a incluir os direitos da natureza em sua Constituição, de modo que rios e florestas não sejam simplesmente propriedade, mas desfrutem de um direito próprio de prosperar. Sob tal legislação, um cidadão pode abrir um processo em favor de uma bacia hidrográfica ameaçada, reconhecendo que a saúde dela é crucial para o bem comum. Outros países talvez sigam os passos do Equador. Do mesmo modo que, no passado, o sistema legal hesitou em reconhecer os direitos das mulheres e dos ex-escravos, hoje as faculdades de direito nos Estados Unidos vêm reformulando seus currículos visando compreender e reconhecer os direitos da natureza.
Fonte: National Geografic. 03/2010 (trecho).
Não houve mudança no teor de umidade na Terra. A água que os dinossauros bebiam há milhões de anos é a mesma que hoje vem como chuva. Mas vai existir água suficiente em um mundo cada vez mais populoso?
Mesmo enquanto damos como líquida e certa a presença da Mãe Água, nós, seres humanos, sabemos que, no fundo, é ela quem manda. Estabelecemos nossas civilizações nos litorais e junto aos grandes rios. Nosso maior temor é a ameaça de escassez - ou excesso - de água. Nos últimos tempos aumentamos a temperatura média do planeta em 0,74oC, um número que parece insignificante. Mas a água é a face visível do clima e, portanto, das mudanças climáticas. A alteração nos padrões de precipitação provoca inundações em algumas regiões e secas em outras, enquanto a natureza nos demonstra uma importante lição da física: a de que o ar quente contém mais moléculas de água que o ar frio.
A água é o mais fundamental dos recursos comuns. Os cursos d’água antes pareciam tão abundantes quanto os pombos, e a noção de preservar a água era tão ridícula quanto a de engarrafá-la. Mas as regras mudam. Incontáveis vezes os países estudaram os sistemas aquáticos e redefiniram os critérios de uso mais sensato. Agora o Equador se tornou a primeira nação do planeta a incluir os direitos da natureza em sua Constituição, de modo que rios e florestas não sejam simplesmente propriedade, mas desfrutem de um direito próprio de prosperar. Sob tal legislação, um cidadão pode abrir um processo em favor de uma bacia hidrográfica ameaçada, reconhecendo que a saúde dela é crucial para o bem comum. Outros países talvez sigam os passos do Equador. Do mesmo modo que, no passado, o sistema legal hesitou em reconhecer os direitos das mulheres e dos ex-escravos, hoje as faculdades de direito nos Estados Unidos vêm reformulando seus currículos visando compreender e reconhecer os direitos da natureza.
Fonte: National Geografic. 03/2010 (trecho).
quarta-feira, 24 de março de 2010
Seguradoras apresentam críticas a projeto que muda regras do setor.
Representantes de seguradoras consideram o projeto que altera as regras do setor um 'retrocesso'. Os presidentes da Bradesco Seguros, SulAmérica Seguros, Mapfre Vera Cruz e Porto Seguro participaram de audiência pública na comissão especial sobre normas gerais do seguro privado.
O presidente da Mapfre Vera Cruz, Antônio de Cássio dos Santos, avalia que a proposta inviabiliza os novos projetos do setor, como o microsseguro para a população de baixa renda e outras modalidades que passaram a ser oferecidas recentemente, como o seguro de crédito doméstico e o seguro coletivo de vida. Santos também teme que as mudanças venham a provocar alta no valor dos seguros e citou outras críticas ao projeto.
O presidente da SulAmérica Seguros, Patrick Lucas, procurou mostrar que, de forma geral, o mercado de seguros no Brasil está sólido, cresce com índices superiores a 10%ao ano, tem canais eficientes de proteção ao consumidor e uma legislação que já garante segurança jurídica.
Agência Camara - Brizza Cavalcante (trecho).
O presidente da Mapfre Vera Cruz, Antônio de Cássio dos Santos, avalia que a proposta inviabiliza os novos projetos do setor, como o microsseguro para a população de baixa renda e outras modalidades que passaram a ser oferecidas recentemente, como o seguro de crédito doméstico e o seguro coletivo de vida. Santos também teme que as mudanças venham a provocar alta no valor dos seguros e citou outras críticas ao projeto.
O presidente da SulAmérica Seguros, Patrick Lucas, procurou mostrar que, de forma geral, o mercado de seguros no Brasil está sólido, cresce com índices superiores a 10%ao ano, tem canais eficientes de proteção ao consumidor e uma legislação que já garante segurança jurídica.
Agência Camara - Brizza Cavalcante (trecho).
Direção à noite aumentarão a segurança.
Transformado em lei nesta quinta-feira (18), um projeto de autoria do deputado Celso Russomanno (PP-SP) obriga os futuros motoristas a terem aulas de direção à noite. A partir de 17 de maio, as autoescolas de todo o País deverão oferecer 20% das suas aulas práticas após as 20 horas.
A Lei 12.217/10 ainda tem que ser regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o que pode ocorrer nos próximos dias.
Agência Câmara (trecho).
A Lei 12.217/10 ainda tem que ser regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o que pode ocorrer nos próximos dias.
Agência Câmara (trecho).
Transporte de Crianças poderá ter regras mais rígidas.
Projeto de Lei 6932/10, do deputado Washington Luiz , em tramitação na Câmara, determina que todos os veículos automotores e elétricos, com quatro ou mais rodas, deverão ter dispositivos de retenção (como bebê-conforto e assento de elevação) para crianças de até 10 anos.
A proposta inclui no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) as regras previstas na resolução 277/08 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em vigor há dois anos.
Agência Câmara (trecho)
A proposta inclui no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) as regras previstas na resolução 277/08 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em vigor há dois anos.
Agência Câmara (trecho)
terça-feira, 23 de março de 2010
Lucros com o Cerrado.
O Cerrado é o segundo maior bioma do País, perdendo apenas para a Amazônia. Mesmo assim, nunca foi uma prioridade.
Apesar disso nunca conseguiu se impor como uma prioridade na agenda governamental ou mesmo de empresas privadas que atuam com ativos sustentáveis. Aos poucos, contudo, essa situação começa a mudar. Um estudo elaborado pelas ONGs Conservação Internacional e a The Nature Conservancy mostra que esse ecossistema pode render grandes dividendos econômicos ao País. Isso inclui desde o uso científico de suas 11.627 espécies de plantas, como a callandra (foto), até o turismo de aventura e a utilização de frutos na produção de alimentos.
US$ 20 bilhões é o valor que a preservação do cerrado pode gerar com a venda de crédito de carbono
561 espécies de plantas com potencial para pesquisas de medicamentos já foram identificadas.
R$ 60 mil é quanto cada hectare de Cerrado pode render por ano, apenas com a coleta de frutos e castanhas.
Nº edição: 649
Isto é Dinheiro
Rosenildo Gomes(trecho)
Apesar disso nunca conseguiu se impor como uma prioridade na agenda governamental ou mesmo de empresas privadas que atuam com ativos sustentáveis. Aos poucos, contudo, essa situação começa a mudar. Um estudo elaborado pelas ONGs Conservação Internacional e a The Nature Conservancy mostra que esse ecossistema pode render grandes dividendos econômicos ao País. Isso inclui desde o uso científico de suas 11.627 espécies de plantas, como a callandra (foto), até o turismo de aventura e a utilização de frutos na produção de alimentos.
US$ 20 bilhões é o valor que a preservação do cerrado pode gerar com a venda de crédito de carbono
561 espécies de plantas com potencial para pesquisas de medicamentos já foram identificadas.
R$ 60 mil é quanto cada hectare de Cerrado pode render por ano, apenas com a coleta de frutos e castanhas.
Nº edição: 649
Isto é Dinheiro
Rosenildo Gomes(trecho)
Armando Vergílio deixa a SUSEP
Dois anos e sete meses após assumir o comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergilio dos Santos Júnior está deixando o cargo nesta sexta-feira. Ele deve ser candidato a deputado federal por Goiás, nas eleições de outubro. Paulo dos Santos, atual diretor de Administração da Susep e funcionário de carreira do Banco Central há 32 anos, assume o cargo na próxima segunda-feira (dia 22).
Nesses 31 meses (ele foi nomeado pelo presidente Lula no dia 22 de agosto de 2007), a gestão de Armando Vergílio ficou marcada por medidas que mudaram a história do mercado de seguros no Brasil. A começar pela abertura no resseguro, novo modelo que vigora desde abril de 2008, com base na regulamentação aprovada no ano anterior.
As decisões sustentadas por prévia e ampla discussão com o setor privado foi outra marca da gestão de Armando Vergílio.
Nada foi imposto de cima para baixo, o que reduziu as zonas de conflito entre órgão regulador e mercado e produziu o cenário ideal para o crescimento acelerado da atividade seguradora no país, nos últimos anos.
Nesta quinta-feira, a última aparição pública de Armando Vergílio ocorreu durante a apresentação da nova tabua biométrica do mercado de seguros no Brasil, um antigo sonho acalentado pelo setor, que trará uma nova realidade na precificação dos seguros de vida, na modelagem dos planos de previdência aberta e na gestão das reservas das seguradoras.
Mas, o último gol de placa foi a inclusão na lei que regulamenta o fundo de catástrofe (ou de desenvolvimento, como ele prefere) do seguro rural – aprovada na Câmara e que segue, agora, para o Senado – de um dispositivo que cria as entidades autorreguladores do mercado de corretagem, cujas operações serão fiscalizadas pela Susep.
Mesmo fora da Susep, Armando Vergílio verá, nos próximos meses, frutificarem algumas sementes plantadas por ele. O microsseguro é a principal delas, pois poderá inserir no mercado de seguros quase 100 milhões de brasileiros das camadas mais humildes da população. Outras novidades serão o Prev Saúde e o Prev Educação, com grande repercussão e importância para toda a sociedade.
Armando Vergílio foi o primeiro corretor de seguros a ocupar posto de tanto relevância em um órgão regulador do mercado. E é justo reconhecer: foi uma gestão nota 10.
CQCS | Jorge Clapp (íntegra)
Nesses 31 meses (ele foi nomeado pelo presidente Lula no dia 22 de agosto de 2007), a gestão de Armando Vergílio ficou marcada por medidas que mudaram a história do mercado de seguros no Brasil. A começar pela abertura no resseguro, novo modelo que vigora desde abril de 2008, com base na regulamentação aprovada no ano anterior.
As decisões sustentadas por prévia e ampla discussão com o setor privado foi outra marca da gestão de Armando Vergílio.
Nada foi imposto de cima para baixo, o que reduziu as zonas de conflito entre órgão regulador e mercado e produziu o cenário ideal para o crescimento acelerado da atividade seguradora no país, nos últimos anos.
Nesta quinta-feira, a última aparição pública de Armando Vergílio ocorreu durante a apresentação da nova tabua biométrica do mercado de seguros no Brasil, um antigo sonho acalentado pelo setor, que trará uma nova realidade na precificação dos seguros de vida, na modelagem dos planos de previdência aberta e na gestão das reservas das seguradoras.
Mas, o último gol de placa foi a inclusão na lei que regulamenta o fundo de catástrofe (ou de desenvolvimento, como ele prefere) do seguro rural – aprovada na Câmara e que segue, agora, para o Senado – de um dispositivo que cria as entidades autorreguladores do mercado de corretagem, cujas operações serão fiscalizadas pela Susep.
Mesmo fora da Susep, Armando Vergílio verá, nos próximos meses, frutificarem algumas sementes plantadas por ele. O microsseguro é a principal delas, pois poderá inserir no mercado de seguros quase 100 milhões de brasileiros das camadas mais humildes da população. Outras novidades serão o Prev Saúde e o Prev Educação, com grande repercussão e importância para toda a sociedade.
Armando Vergílio foi o primeiro corretor de seguros a ocupar posto de tanto relevância em um órgão regulador do mercado. E é justo reconhecer: foi uma gestão nota 10.
CQCS | Jorge Clapp (íntegra)
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Seguro adota expectativa de vida "brasileira".
De olho na baixa renda, mercado abandona o padrão americano para baratear as apólices.
Pela primeira vez os seguros de vida e previdência comercializados no país levarão em conta a expectativa de vida dos brasileiros. Por mais estranho que pareça, até hoje esses produtos eram baseados em dados da população americana. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Fenaprevi, entidade que reúne as seguradoras que operam nos ramos de vida e previdência aberta, vão anunciar hoje a adoção da primeira tábua biométrica desenvolvida especialmente para o Brasil.
ARMANDO VERGÍLIO explicou que a nova tábua foi elaborada com base em dados dos anos 2001 a 2006 fornecidos aos especialistas da UFRJ pelas seguradoras e pela Susep. A população analisada é composta de um grupo de 32 milhões de brasileiros de todas as regiões do país, a maioria do sexo masculino (19 milhões), que corresponde ao perfil da população consumidora de seguros de vida e previdência.
Janes rocha - Seguro em Pauta
(Trecho)
Pela primeira vez os seguros de vida e previdência comercializados no país levarão em conta a expectativa de vida dos brasileiros. Por mais estranho que pareça, até hoje esses produtos eram baseados em dados da população americana. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Fenaprevi, entidade que reúne as seguradoras que operam nos ramos de vida e previdência aberta, vão anunciar hoje a adoção da primeira tábua biométrica desenvolvida especialmente para o Brasil.
ARMANDO VERGÍLIO explicou que a nova tábua foi elaborada com base em dados dos anos 2001 a 2006 fornecidos aos especialistas da UFRJ pelas seguradoras e pela Susep. A população analisada é composta de um grupo de 32 milhões de brasileiros de todas as regiões do país, a maioria do sexo masculino (19 milhões), que corresponde ao perfil da população consumidora de seguros de vida e previdência.
Janes rocha - Seguro em Pauta
(Trecho)
Só para refletir. Sêneca
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de envolver-se.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de decepcionar-se.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é nada arriscar.
Há pessoas que não correm riscos, nada fazem, nada têm e nada são.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas nada conseguem, nada sentem, nada mudam e não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, viram escravas e se privam da liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
Sêneca - (Célebre escritor e intelectual do Império Romano).
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de envolver-se.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de decepcionar-se.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é nada arriscar.
Há pessoas que não correm riscos, nada fazem, nada têm e nada são.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas nada conseguem, nada sentem, nada mudam e não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, viram escravas e se privam da liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
Sêneca - (Célebre escritor e intelectual do Império Romano).
Projeto 3555/04-Contrato de Seguros Privados no País
A comissão especial criada para analisar o Projeto de Lei 3555/04, que regula o setor de contratos de seguros privados no País, deve aprovar o parecer final neste primeiro semestre. O presidente do colegiado, deputado Moreira Mendes (PPS-RO), anunciou nesta quarta-feira um cronograma de audiências.
Segundo o deputado, na próxima semana a comissão deve realizar reunião com representantes das seguradoras. Nas semanas seguintes estão previstas audiências com órgãos de defesa do consumidor, corretores de seguros e representantes da Superintendência dos Seguros Privados (Susep). Também foram convidados para os debates juristas renomados do Brasil e do exterior.
Íntegra da proposta:
PL-3555/2004
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CONSUMIDOR/53825-PROPOSTA-ATUALIZA-LEGISLACAO-SOBRE-SEGUROS-PRIVADOS.html
Segundo o deputado, na próxima semana a comissão deve realizar reunião com representantes das seguradoras. Nas semanas seguintes estão previstas audiências com órgãos de defesa do consumidor, corretores de seguros e representantes da Superintendência dos Seguros Privados (Susep). Também foram convidados para os debates juristas renomados do Brasil e do exterior.
Íntegra da proposta:
PL-3555/2004
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CONSUMIDOR/53825-PROPOSTA-ATUALIZA-LEGISLACAO-SOBRE-SEGUROS-PRIVADOS.html
terça-feira, 16 de março de 2010
SUSEP pretende apressar votação do Microsseguro.
Está em fase final de tramitação na Câmara dos Deputados o projeto de lei sobre o micros seguro. Com a proximidade das eleições, porem, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) não quer correr o risco de que essa uma das prioridades do órgão para este ano fique para 2011. Por conta disso, ela pretende pedir trâmite de urgência para o projeto. O próprio superintendente, ARMANDO VERGÍLIO talvez deixe a pasta para concorrer a deputado federal. Leia a seguir a entrevista de Vergílio:
Como está o processo de regulamentação do microsseguro?
Ha um projeto tramitando na Câmara dos Deputados, cuja expectativa e que seja aprovado nos próximos 45 dias, pois so falta passar pela Comissão de constituição e justiça. Aí ele vai para o Senado. O microsseguro e uma ferramenta de proteção social muito grande, que tem no sentido de manter e garantir as conquistas financeiras das po pula enes das classe C e D.
Ha uma grande confusão do que seria o micros seguro, principalmente comparações com apólices de baixo valor que são distribuidos de forma massificada. Qual e a definição?
E uma ferrramenta de proteção social que deve ter regras muito simples, de fácil entendimento, com uma regulação de sinistro muito rápida, que tenhaum marco regulatório bem definido e claro. Precisa ter uma vasta rede de distribuição e um custo de cobrançamuito baixo e variado, porque hoje no seguro tradicional o custo de cobrança é de, me média R$ 1,60. O que se há hoje no mercado são produtos muito parecidos com o que vai ser o microsseguro. Existe, inclusive, uma disposição do mercado segurador de montar uma plataforma específica de microsseguro para o programa Bolsa família.
Quais outros temas estão na pauta da Susep?
Neste ano, temos o PrevSaúde e o PrevEducação, que são seguros de vida com característica previdenciária. É um VGBL coletivo, comforte desoneração tributária sobre os ganhos das aplicações, chegando muito próximo de zero. Essa desoneração ocorre quando o objetivo no momento do resgate for para pagar um plano de saúde ou a escola do filho. Isso vai permitir, inclusive, que as empresas possam contribuir junto com o trabalhador, sem onerar a folha de pagamento, pois está previsto na legislação.
Qual é o objetivo da Comissão Especial Permanente de setor?
O objetivo é ter uma interação entre o regulador e o mercado supervisionado, buscando a melhoria do ambiente regulatório e de negócios, com foco na governança corporativa das empresas. A Susep adotou o modelo de regulação baseada em risco, o que exige uma melhoria nos controles e no modelo de governança das seguradoras.
Em evento recente, houve reclamações sobre a complexidade das regras do resseguro.Há alguma disposição de mudanças?
A Susep está disposta a discutir e a mudar o ambiente regulatório para melhorar o ambiente de resseguro no Brasil. Esse é um assunto muito novo no país, pois o mercado foi efetivamente aberto em abril de 2008. Mas ficou provado que o modelo regulatório implementado foi correto, haja vista o número de resseguradoras que vieram para cá num momento de crise financeira mundial. Hoje, nós temos mais de 70 resseguradoras em um das três modalidades.
Circula no setor que talvez o senhor saia como candidato a deputado federal nas próximas eleições. É verdade?
Isso não está decidido. É uma possibilidade. Mas a meu foco ainda são os temas em andamento e são prioridade na Susep.
Thaís Folego
tfolego@brasileconomico.com.br
(Editado)
Como está o processo de regulamentação do microsseguro?
Ha um projeto tramitando na Câmara dos Deputados, cuja expectativa e que seja aprovado nos próximos 45 dias, pois so falta passar pela Comissão de constituição e justiça. Aí ele vai para o Senado. O microsseguro e uma ferramenta de proteção social muito grande, que tem no sentido de manter e garantir as conquistas financeiras das po pula enes das classe C e D.
Ha uma grande confusão do que seria o micros seguro, principalmente comparações com apólices de baixo valor que são distribuidos de forma massificada. Qual e a definição?
E uma ferrramenta de proteção social que deve ter regras muito simples, de fácil entendimento, com uma regulação de sinistro muito rápida, que tenhaum marco regulatório bem definido e claro. Precisa ter uma vasta rede de distribuição e um custo de cobrançamuito baixo e variado, porque hoje no seguro tradicional o custo de cobrança é de, me média R$ 1,60. O que se há hoje no mercado são produtos muito parecidos com o que vai ser o microsseguro. Existe, inclusive, uma disposição do mercado segurador de montar uma plataforma específica de microsseguro para o programa Bolsa família.
Quais outros temas estão na pauta da Susep?
Neste ano, temos o PrevSaúde e o PrevEducação, que são seguros de vida com característica previdenciária. É um VGBL coletivo, comforte desoneração tributária sobre os ganhos das aplicações, chegando muito próximo de zero. Essa desoneração ocorre quando o objetivo no momento do resgate for para pagar um plano de saúde ou a escola do filho. Isso vai permitir, inclusive, que as empresas possam contribuir junto com o trabalhador, sem onerar a folha de pagamento, pois está previsto na legislação.
Qual é o objetivo da Comissão Especial Permanente de setor?
O objetivo é ter uma interação entre o regulador e o mercado supervisionado, buscando a melhoria do ambiente regulatório e de negócios, com foco na governança corporativa das empresas. A Susep adotou o modelo de regulação baseada em risco, o que exige uma melhoria nos controles e no modelo de governança das seguradoras.
Em evento recente, houve reclamações sobre a complexidade das regras do resseguro.Há alguma disposição de mudanças?
A Susep está disposta a discutir e a mudar o ambiente regulatório para melhorar o ambiente de resseguro no Brasil. Esse é um assunto muito novo no país, pois o mercado foi efetivamente aberto em abril de 2008. Mas ficou provado que o modelo regulatório implementado foi correto, haja vista o número de resseguradoras que vieram para cá num momento de crise financeira mundial. Hoje, nós temos mais de 70 resseguradoras em um das três modalidades.
Circula no setor que talvez o senhor saia como candidato a deputado federal nas próximas eleições. É verdade?
Isso não está decidido. É uma possibilidade. Mas a meu foco ainda são os temas em andamento e são prioridade na Susep.
Thaís Folego
tfolego@brasileconomico.com.br
(Editado)
segunda-feira, 15 de março de 2010
Mulheres detêm 44% dos planos de previdência no Brasil.
Números da Federação Nacional da Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) comprovam que o interesse feminino em planejar o futuro cresce a cada ano. Hoje, 44% dos 13 milhões de planos de previdência privada ativos no país são de mulheres. Em 2000, dos cerca de 5 milhões de planos, 35% eram do público feminino.
"A tendência é ter cada vez mais mulheres na previdência, sobretudo se levarmos em conta que hoje, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 35% dos lares brasileiros são sustentados pelas senhoras", prevê Renato Russo, vice-presidente da Fenaprevi.
A consolidação econômica feminina é apontada por outros especialistas como o fator que tende a impulsionar a participação delas no mercado de previdência complementar.
Agência Estado (08.03.10 - Trecho)
"A tendência é ter cada vez mais mulheres na previdência, sobretudo se levarmos em conta que hoje, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 35% dos lares brasileiros são sustentados pelas senhoras", prevê Renato Russo, vice-presidente da Fenaprevi.
A consolidação econômica feminina é apontada por outros especialistas como o fator que tende a impulsionar a participação delas no mercado de previdência complementar.
Agência Estado (08.03.10 - Trecho)
domingo, 14 de março de 2010
Mercado critica idéia de seguradora estatal.
A ideia do governo de criar uma seguradora estatal para garantir o seguro de crédito de grandes projetos de infraestrutura, publicada pelo Valor Econômicorecebeu críticas do setor. Até o titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio, manifestou-se contra a medida. Executivos do mercado ouvidos pelo Valor também atacaram a proposta.
Vergílio disse que "desconhece" a criação de uma nova seguradora estatal. Na opinião do "xerife" do mercado segurador, a criação de uma nova empresa é "desnecessária, porque o mercado já oferece garantias suficientes", afirmou. Sua sugestão é que o governo poderia criar um "fundo estruturante para subsidiar garantias, a exemplo dos que já existem para o seguro rural, naval e habitacional".
Alexandre Malucelli, presidente de uma das poucas seguradoras e resseguradoras de capital nacional dedicadas exclusivamente a riscos de engenharia e garantia a projetos de infraestrutura do país, a J. Malucelli, acredita que o governo não precisa criar uma estatal de seguros para dar conta dos investimentos previstos para os próximos anos.
Conforme o Valor noticiou na edição de ontem, o governo quer corrigir uma suposta falta de seguradoras nacionais de grande porte, capazes de bancar os riscos previstos em obras de infraestrutura para os próximos anos, como o trem de alta velocidade e as voltadas para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.
Estima-se que estes projetos poderão movimentar R$ 200 bilhões nos próximos anos e a criação da seguradora estatal seria uma forma de impedir que o BNDES assuma os riscos desses grandes financiamentos sozinho.
Valor Econômico/Finanças/SP (Trecho)
Vergílio disse que "desconhece" a criação de uma nova seguradora estatal. Na opinião do "xerife" do mercado segurador, a criação de uma nova empresa é "desnecessária, porque o mercado já oferece garantias suficientes", afirmou. Sua sugestão é que o governo poderia criar um "fundo estruturante para subsidiar garantias, a exemplo dos que já existem para o seguro rural, naval e habitacional".
Alexandre Malucelli, presidente de uma das poucas seguradoras e resseguradoras de capital nacional dedicadas exclusivamente a riscos de engenharia e garantia a projetos de infraestrutura do país, a J. Malucelli, acredita que o governo não precisa criar uma estatal de seguros para dar conta dos investimentos previstos para os próximos anos.
Conforme o Valor noticiou na edição de ontem, o governo quer corrigir uma suposta falta de seguradoras nacionais de grande porte, capazes de bancar os riscos previstos em obras de infraestrutura para os próximos anos, como o trem de alta velocidade e as voltadas para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.
Estima-se que estes projetos poderão movimentar R$ 200 bilhões nos próximos anos e a criação da seguradora estatal seria uma forma de impedir que o BNDES assuma os riscos desses grandes financiamentos sozinho.
Valor Econômico/Finanças/SP (Trecho)
Quem diz que vai levar mais em conta a questão ambiental na hora de escolher o candidato?
A pesquisa sobre temas que influenciarão o voto destaca que 66% dos brasileiros vão levar em consideração como os candidatos se posicionam diante desta questão, que hoje adquire um tom tão dramático quanto a fome ou a recessão, e tão cotidiano quanto o desemprego ou a inflação.
Pergunta: Mudanças climáticas serão um dos mais importantes assuntos que influenciarão meu voto nas próximas eleições (2010).
Respostas (em porcentagem)
Concorda totalmente: 38,2
Concorda em parte: 27,6
Soma dos Concorda: 65,8
Discorda em parte: 14,7
Discorda totalmente: 15,4
Soma dos Discorda:30,1
Não concorda nem discorda: 1,9
NS/NR: 2,1
Total 100
Quem diz que vai levar mais em conta a questão ambiental na hora de escolher candidato?
Os eleitores entre 18 e 24 anos põem a questão das mudanças climáticas no topo das prioridades avaliadas nos candidatos. 73% dos que estão nesta faixa etária preocupam-se mais com temas socioambientais do que com aqueles tradicionais vinculados a emprego, salário e educação. O grupo etário que menos se preocupa com o assunto está entre os mais velhos. Para 52% das pessoas entre 55 e 69 anos, mudanças climáticas não estão entre suas prioridades. Portanto, há um novo fosso geracional importantíssimo sobre um tema que vai influenciar cada vez mais a vida de todos nós, daqui para a frente.
Em todas as faixas de idade, as mulheres são um pouco mais preocupadas com o tema que os homens ( 68% a 64%).
Surpreendemente, não é a elite econômica a mais sensibilizada pelas conseqüências do aquecimento global. As classes, média e média baixa são as mais preocupadas com a questão. Em termos regionais, são as cidades do Nordeste (Recife: 86% e Salvador: 75%) e Goiânia (73%) as que aderem mais a uma plataforma sobre mudanças climáticas. Os eleitores de Brasília são os que dão menor peso à questão (só 50% deles vs. a média nacional de 66%).
Que estas informações animem os políticos a prestar mais atenção ao tema e apresentar propostas consistentes aos eleitores, já neste processo eleitoral.
Fonte: pesquisa Barômetro Ambiental da Market Analysis, realizado com 835 adultos com 18 ou mais anos residentes nas nove maiores capitais do país (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília). Entrevistas realizadas por telefone durante o mês de Julho de 2009. Margem de erro = +/- 3.4%.
Ricardo Young
01.03.2010 (Trecho).
Pergunta: Mudanças climáticas serão um dos mais importantes assuntos que influenciarão meu voto nas próximas eleições (2010).
Respostas (em porcentagem)
Concorda totalmente: 38,2
Concorda em parte: 27,6
Soma dos Concorda: 65,8
Discorda em parte: 14,7
Discorda totalmente: 15,4
Soma dos Discorda:30,1
Não concorda nem discorda: 1,9
NS/NR: 2,1
Total 100
Quem diz que vai levar mais em conta a questão ambiental na hora de escolher candidato?
Os eleitores entre 18 e 24 anos põem a questão das mudanças climáticas no topo das prioridades avaliadas nos candidatos. 73% dos que estão nesta faixa etária preocupam-se mais com temas socioambientais do que com aqueles tradicionais vinculados a emprego, salário e educação. O grupo etário que menos se preocupa com o assunto está entre os mais velhos. Para 52% das pessoas entre 55 e 69 anos, mudanças climáticas não estão entre suas prioridades. Portanto, há um novo fosso geracional importantíssimo sobre um tema que vai influenciar cada vez mais a vida de todos nós, daqui para a frente.
Em todas as faixas de idade, as mulheres são um pouco mais preocupadas com o tema que os homens ( 68% a 64%).
Surpreendemente, não é a elite econômica a mais sensibilizada pelas conseqüências do aquecimento global. As classes, média e média baixa são as mais preocupadas com a questão. Em termos regionais, são as cidades do Nordeste (Recife: 86% e Salvador: 75%) e Goiânia (73%) as que aderem mais a uma plataforma sobre mudanças climáticas. Os eleitores de Brasília são os que dão menor peso à questão (só 50% deles vs. a média nacional de 66%).
Que estas informações animem os políticos a prestar mais atenção ao tema e apresentar propostas consistentes aos eleitores, já neste processo eleitoral.
Fonte: pesquisa Barômetro Ambiental da Market Analysis, realizado com 835 adultos com 18 ou mais anos residentes nas nove maiores capitais do país (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília). Entrevistas realizadas por telefone durante o mês de Julho de 2009. Margem de erro = +/- 3.4%.
Ricardo Young
01.03.2010 (Trecho).
BOVAP - Eleitor terá "Bolsa" para negociar ações de políticos.
Os eleitores preocupados com as ações dos políticos brasileiros poderão avaliá-los em uma bolsa de valores criada especialmente para negociar cotas da imagem pública dos possíveis candidatos às eleições deste ano. A Bolsa de Valores Políticos (Bovap), criada pela corretora de valores Souza Barros, estreou ontem (9) na internet e já reúne 1,1 mil investidores. Para participar, é preciso se cadastrar no endereço http://www.bovap.com.br/. De início, os participantes recebem crédito de 50 mil UVPs (Unidades de Valor Político), moeda fictícia, para montar sua carteira de políticos.
“A Bovap ajuda as pessoas a perderem o medo de investir em ações e leva a uma conscientização política, pois, antes de investir ou escolher um representante, é preciso pesquisar e pensar.
Redação Revista Época (10/03/2010 - Trecho).
“A Bovap ajuda as pessoas a perderem o medo de investir em ações e leva a uma conscientização política, pois, antes de investir ou escolher um representante, é preciso pesquisar e pensar.
Redação Revista Época (10/03/2010 - Trecho).
Sebrae e Sicoob renovam parceria para ampliar serviços para MPE(s)
Da Agência Sebrae de Notícias
O Sebrae e o Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - renovaram a parceria que prevê a ampliação de serviços financeiros para micro e pequenas empresas. Um dos focos do convênio firmado entre as duas instituições é a sustentação do processo de formalização da economia, por meio de atendimento especial aos empreendedores individuais.
De acordo com o diretor Técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, a instituição continuará articulando fortemente para que as cooperativas de crédito possam operar com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), geridos pelo BNDES, porque essa é uma forma de disponibilizar mais recursos de forma ágil e com redução de custo para micro e pequenas empresas.
O presidente do Sicoob, José Salvino, afirmou que as cooperativas de crédito cresceram durante a crise e isso sempre acontece em situações conjunturais difíceis, justamente porque está perto de quem produz ou presta serviços. “Elas também sabem das necessidades de seus associados e mantêm com eles uma relação baseadas na confiança e no conhecimento mútuo”, assinalou.
Para o presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, a parceria permite a implementação de ações conjuntas que agregam valor à produção e à prestação de serviços ofertados por um segmento da população que precisa de apoio especial. Ele ressaltou que as cooperativas de crédito estão se voltando cada vez mais para empreendedores de pequenos negócios com dificuldades de acesso ao sistema bancário tradicional e, inclusive, trabalhando com microcrédito.
O convênio entre o Sebrae e o Sicoob foi assinado na noite de quarta-feira (10), em Brasília (DF). Assinaram o documento o presidente e o diretor Técnico do Sebrae, respectivamente, Paulo Okamotto e Carlos Alberto.
O Sebrae e o Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - renovaram a parceria que prevê a ampliação de serviços financeiros para micro e pequenas empresas. Um dos focos do convênio firmado entre as duas instituições é a sustentação do processo de formalização da economia, por meio de atendimento especial aos empreendedores individuais.
De acordo com o diretor Técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, a instituição continuará articulando fortemente para que as cooperativas de crédito possam operar com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), geridos pelo BNDES, porque essa é uma forma de disponibilizar mais recursos de forma ágil e com redução de custo para micro e pequenas empresas.
O presidente do Sicoob, José Salvino, afirmou que as cooperativas de crédito cresceram durante a crise e isso sempre acontece em situações conjunturais difíceis, justamente porque está perto de quem produz ou presta serviços. “Elas também sabem das necessidades de seus associados e mantêm com eles uma relação baseadas na confiança e no conhecimento mútuo”, assinalou.
Para o presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, a parceria permite a implementação de ações conjuntas que agregam valor à produção e à prestação de serviços ofertados por um segmento da população que precisa de apoio especial. Ele ressaltou que as cooperativas de crédito estão se voltando cada vez mais para empreendedores de pequenos negócios com dificuldades de acesso ao sistema bancário tradicional e, inclusive, trabalhando com microcrédito.
O convênio entre o Sebrae e o Sicoob foi assinado na noite de quarta-feira (10), em Brasília (DF). Assinaram o documento o presidente e o diretor Técnico do Sebrae, respectivamente, Paulo Okamotto e Carlos Alberto.
quinta-feira, 11 de março de 2010
O Potencial de Consumo da Classe D
Com comentários de Constantino Júnior, presidente da Gol, e Odair Afonso Rebelato, diretor-executivo do Bradesco.
http://tv.terra.com.br/Noticias/IstoE-Dinheiro/4785-274046/O-potencial-de-consumo-da-Classe-D.htm
http://tv.terra.com.br/Noticias/IstoE-Dinheiro/4785-274046/O-potencial-de-consumo-da-Classe-D.htm
quarta-feira, 10 de março de 2010
Comissão especial ouve autor do projeto sobre o Setor de Seguros
A comissão criada para analisar o Projeto de Lei 3555/04, sobre normas de contratos de seguro privado, realiza audiência pública com a presença do autor da proposta, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP).
Segundo Cardozo, o objetivo da proposta é atualizar a legislação sobre seguros e reuni-la em uma lei específica, como ocorre na maioria dos países. Com as novas regras, ele espera um incremento do setor, que responde atualmente por 2% do Produto Interno Bruto. (A média mundial é de 6%, mas pode chegar a 30% em alguns países).
"O projeto não tolhe a atividade das seguradoras, impondo-lhes obrigações iníquas ou bloqueando o desenvolvimento de novos produtos, nem busca referendar condutas condenáveis por parte de segurados, quando merecedoras de sanção", afirma Cardozo.
Fonte: Agência Câmara (Editado)
Segundo Cardozo, o objetivo da proposta é atualizar a legislação sobre seguros e reuni-la em uma lei específica, como ocorre na maioria dos países. Com as novas regras, ele espera um incremento do setor, que responde atualmente por 2% do Produto Interno Bruto. (A média mundial é de 6%, mas pode chegar a 30% em alguns países).
"O projeto não tolhe a atividade das seguradoras, impondo-lhes obrigações iníquas ou bloqueando o desenvolvimento de novos produtos, nem busca referendar condutas condenáveis por parte de segurados, quando merecedoras de sanção", afirma Cardozo.
Fonte: Agência Câmara (Editado)
Qualidade de Vida no Trabalho e a Responsabilidade Social Empresarial
A responsabilidade social é um dos temas mais freqüentemente abordados no meio empresarial. As organizações buscam inclui-la em sua agenda por vários motivos, como instrumento de marketing, de melhoria de sua imagem institucional, de busca de espaço na mídia ou por encará-la como um bem em si.
O cenário fica mais complexo quando incluímos a questão da responsabilidade social empresarial. Trata de comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo".
A responsabilidade social hoje é encarada como fator de competitividade e as empresas interessadas podem encontrar muitos instrumentos para capacitação e orientação sobre as melhores práticas.Como exemplo, podemos citar as publicações SEBRAE/ETHOS, disponíveis inclusive na internet.
Acreditamos que a responsabilidade social está intimamente ligada a questão da cidadania empresarial em que os programas devem focalizar inicialmente seus empregados, familiares e a comunidade do entorno da corporação.
Uma pesquisa realizada por uma instituição americana chamada "Small Business Initiative" constatou que 64% das empresas pesquisadas possuíam empregados doentes, 87% possuíam pelo menos um fumante e 73% possuíam pelo menos um trabalhador com ansiedade e depressão. Observaram que 90% dos empresários acreditam que o stress afeta a produtividade do empregado e metade relatam que a incapacidade de resolver problemas pessoais pode comprometer a produtividade ou aumentar o risco de acidentes no trabalho.
Deste modo, constatamos que há muito por fazer no âmbito da responsabilidade social empresarial, começando com os trabalhadores e familiares, buscando melhores níveis de saúde, de escolaridade, de segurança, de bem-estar, enfim, de qualidade de vida.
Fonte: Associação Brasileira de Qualidade de Vida
Artigo de José Alberto Niituma Ogata (Editado)
Instituto Ethos - Indicadores de Responsabilidade Social/SEBRAE
O cenário fica mais complexo quando incluímos a questão da responsabilidade social empresarial. Trata de comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo".
A responsabilidade social hoje é encarada como fator de competitividade e as empresas interessadas podem encontrar muitos instrumentos para capacitação e orientação sobre as melhores práticas.Como exemplo, podemos citar as publicações SEBRAE/ETHOS, disponíveis inclusive na internet.
Acreditamos que a responsabilidade social está intimamente ligada a questão da cidadania empresarial em que os programas devem focalizar inicialmente seus empregados, familiares e a comunidade do entorno da corporação.
Uma pesquisa realizada por uma instituição americana chamada "Small Business Initiative" constatou que 64% das empresas pesquisadas possuíam empregados doentes, 87% possuíam pelo menos um fumante e 73% possuíam pelo menos um trabalhador com ansiedade e depressão. Observaram que 90% dos empresários acreditam que o stress afeta a produtividade do empregado e metade relatam que a incapacidade de resolver problemas pessoais pode comprometer a produtividade ou aumentar o risco de acidentes no trabalho.
Deste modo, constatamos que há muito por fazer no âmbito da responsabilidade social empresarial, começando com os trabalhadores e familiares, buscando melhores níveis de saúde, de escolaridade, de segurança, de bem-estar, enfim, de qualidade de vida.
Fonte: Associação Brasileira de Qualidade de Vida
Artigo de José Alberto Niituma Ogata (Editado)
Instituto Ethos - Indicadores de Responsabilidade Social/SEBRAE
terça-feira, 9 de março de 2010
Seguro de imóveis fica mais barato.
O segmento do seguro habitacional está em festa. Acompanhando a evolução do crédito para a casa própria, o setor prevê crescimento de pelo menos 15% neste ano. E o que é melhor: parte dessa expansão vai ser ocupada pelas empresas de médio e pequeno portes e o beneficiado será o mutuário que, com a concorrência, tende a pagar menos pelo produto.
A decisão tomada pelo governo no final do ano passado, de obrigar os agentes financeiros a oferecerem uma seguradora independente ao mutuário que vai fazer o financiamento da casa própria, abriu as portas para o setor. Além de ter de pronto duas opções, o mutuário ainda pode levar uma terceira. O aumento da competitividade não vai beneficiar apenas o setor, mas os próprios adquirentes de imóveis financiados.
Fonte: Correio Brasiliense, 09.03.2010 (Trecho)
A decisão tomada pelo governo no final do ano passado, de obrigar os agentes financeiros a oferecerem uma seguradora independente ao mutuário que vai fazer o financiamento da casa própria, abriu as portas para o setor. Além de ter de pronto duas opções, o mutuário ainda pode levar uma terceira. O aumento da competitividade não vai beneficiar apenas o setor, mas os próprios adquirentes de imóveis financiados.
Fonte: Correio Brasiliense, 09.03.2010 (Trecho)
Centauro Seguros lança promoção Corretor Parceiro DPVAT
Quem atende mais, ganha mais. Para participar é simples. Confira.
A Centauro Vida e Previdência está lançando a Promoção Bônus Especial para as corretoras que estão com contrato vigente de prestação de serviços, para o atendimento ao Seguro Dpvat, com a companhia. A Promoção Bônus Especial vai do dia 01 de março de 2010 a 31 dezembro de 2010.
A companhia, que já possui parceiros que integram o Projeto Corretor Dpvat em todo o País, quer ampliar ainda mais este número. A promoção valoriza cada corretora individualmente, não é um concurso de destaques.
O corretor que faz parte do Projeto Dpvat Centauro recebe treinamento, toda a infra-estrutura necessária para encaminhar os processos, é remunerado e agora ainda pode ganhar um Bônus Especial.
Para saber mais sobre esta promoção e começar a participar desde já, acesse: www.centauroseg.com.br
Fonte:Fenacor on line (Trecho).
A Centauro Vida e Previdência está lançando a Promoção Bônus Especial para as corretoras que estão com contrato vigente de prestação de serviços, para o atendimento ao Seguro Dpvat, com a companhia. A Promoção Bônus Especial vai do dia 01 de março de 2010 a 31 dezembro de 2010.
A companhia, que já possui parceiros que integram o Projeto Corretor Dpvat em todo o País, quer ampliar ainda mais este número. A promoção valoriza cada corretora individualmente, não é um concurso de destaques.
O corretor que faz parte do Projeto Dpvat Centauro recebe treinamento, toda a infra-estrutura necessária para encaminhar os processos, é remunerado e agora ainda pode ganhar um Bônus Especial.
Para saber mais sobre esta promoção e começar a participar desde já, acesse: www.centauroseg.com.br
Fonte:Fenacor on line (Trecho).
10 tendências na área de marketing para 2010.
.
1. TRANSPARÊNCIA.
Construir a lealdade é um dos fatores mais importantes para solidificar uma marca.
2. MAIS CONTEÚDO.
Na hora de divulgar sua marca, transmita os valores da empresa.
3. FALANDO DE VALORES.
Com a recente crise econômica, muitos consumidores passaram a buscar descontos, promoções e a negociar para gastar seu dinheiro de forma consciente.
4. É MELHOR MOSTRAR DO QUE APENAS FALAR.
Os consumidores andam meio céticos, é melhor confiar no sentido da visão do que apenas a força de seu convencimento.
5. O PÁSSARO AZUL NÃO VAI FUGIR, ENTÃO SE ACOSTUME.
As redes sociais vieram para ficar – portanto comece a interagir e a atingí-los também nesses meios – ofereça conteúdo exclusivo e promoções.
6. UM POUCO DE POSITIVIDADE.
Muitos consumidores esperam mensagens positivas das campanhas de marketing. Tente sempre passar uma sensação de segurança e conforto para atender essa necessidade.
7. DISCUTINDO A RELAÇÃO.
As redes sociais já foram mencionadas, agora as use para manter um bom relacionamento com seus clientes. O marketing boca a boca ganha um novo potencial com a internet. Nenhum dos seus consumidores é pequeno demais para receber algum tipo de interação online.
8. VÍDEOS E CELULARES.
Aproveite que vivemos na era do Youtube e das mídias móveis para colocar sua marca em vídeos e celulares.
9. TENHA FOCO.
Defina seu público alvo e suas metas da forma mais precisa possível.
10. MARKETING INTEGRADO.
Use os diferentes meios para atingir seus consumidores nas diversas partes de suas vidas – cada uma adaptada e imaginada para cada um deles. Padronizar as campanhas para todos os veículos pode cansar o público. Mas não deixe de ser consistente e persistente.
Fonte: Revista Pequenas EMPRESAS & Grandes NEGÓCIOS.(Editado)
1. TRANSPARÊNCIA.
Construir a lealdade é um dos fatores mais importantes para solidificar uma marca.
2. MAIS CONTEÚDO.
Na hora de divulgar sua marca, transmita os valores da empresa.
3. FALANDO DE VALORES.
Com a recente crise econômica, muitos consumidores passaram a buscar descontos, promoções e a negociar para gastar seu dinheiro de forma consciente.
4. É MELHOR MOSTRAR DO QUE APENAS FALAR.
Os consumidores andam meio céticos, é melhor confiar no sentido da visão do que apenas a força de seu convencimento.
5. O PÁSSARO AZUL NÃO VAI FUGIR, ENTÃO SE ACOSTUME.
As redes sociais vieram para ficar – portanto comece a interagir e a atingí-los também nesses meios – ofereça conteúdo exclusivo e promoções.
6. UM POUCO DE POSITIVIDADE.
Muitos consumidores esperam mensagens positivas das campanhas de marketing. Tente sempre passar uma sensação de segurança e conforto para atender essa necessidade.
7. DISCUTINDO A RELAÇÃO.
As redes sociais já foram mencionadas, agora as use para manter um bom relacionamento com seus clientes. O marketing boca a boca ganha um novo potencial com a internet. Nenhum dos seus consumidores é pequeno demais para receber algum tipo de interação online.
8. VÍDEOS E CELULARES.
Aproveite que vivemos na era do Youtube e das mídias móveis para colocar sua marca em vídeos e celulares.
9. TENHA FOCO.
Defina seu público alvo e suas metas da forma mais precisa possível.
10. MARKETING INTEGRADO.
Use os diferentes meios para atingir seus consumidores nas diversas partes de suas vidas – cada uma adaptada e imaginada para cada um deles. Padronizar as campanhas para todos os veículos pode cansar o público. Mas não deixe de ser consistente e persistente.
Fonte: Revista Pequenas EMPRESAS & Grandes NEGÓCIOS.(Editado)
sexta-feira, 5 de março de 2010
Transporte de bicicleta.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6824/10, do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que permite o transporte gratuito de uma bicicleta por passageiro, dispensada a apresentação de nota fiscal, nos ônibus interestaduais e internacionais.
As bicicletas embarcadas como bagagem terão o mesmo tratamento de controle de identificação que é dado ao transporte de outros volumes.
Agência Câmara.
As bicicletas embarcadas como bagagem terão o mesmo tratamento de controle de identificação que é dado ao transporte de outros volumes.
Agência Câmara.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Seguro de Vida faz sucesso entre as mulheres.
Expectativa de vida mais alta e perfil superprotetor da prole fazem das mulheres o principal foco das seguradoras, quando o assunto é seguro de vida. Uma pesquisa do Ibope mostra que 42% das carteiras de seguro de vida no País já estão nas mãos do público feminino.
"O número cada vez maior de mulheres responsáveis pelo sustento da família e a preocupação em proteger financeiramente seus dependentes, fazem delas grandes consumidoras do produto", diz Luiz Claudio Friedheim, diretor de marketing da Mongeral Aegon.
Segundo ele, metade dos seguros de vida que a companhia vende tem mulheres como titulares . Entre as coberturas mais solicitadas, estão as de mortes acidental e natural.
Agência Estado.
"O número cada vez maior de mulheres responsáveis pelo sustento da família e a preocupação em proteger financeiramente seus dependentes, fazem delas grandes consumidoras do produto", diz Luiz Claudio Friedheim, diretor de marketing da Mongeral Aegon.
Segundo ele, metade dos seguros de vida que a companhia vende tem mulheres como titulares . Entre as coberturas mais solicitadas, estão as de mortes acidental e natural.
Agência Estado.
DPVAT. Pagamento parcelado.
Senadores aprovam pagamento parcelado do DPVAT
Agencia Senado
O pagamento do Seguro Obrigatório para Cobertura de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre - o conhecido DPVAT - pode passar a ser feito de forma parcelada por todos os proprietários de veículos. É o que prevê projeto aprovado nesta terça-feira (2) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).De iniciativa do senador Renato Casagrande (PSB-ES), a matéria (PLS 437/08) recebeu decisão terminativa no colegiado.
Para Casagrande, devem ser asseguradas para o pagamento do seguro obrigatório as mesmas facilidades oferecidas para a quitação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), inclusive quanto ao número de parcelas.
O DPVAT prevê o pagamento de indenizações por danos causados pelos carros ou por sua carga a pessoas que estavam ou não sendo transportadas nos veículos. Em caso de acidente, as situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e, sob a forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar. No site oficial do DPVAT, consta que os valores atualmente pagos são: em caso de morte, R$ 13,5 mil; invalidez permanente, até R$ 13,5 mil; e reembolso por despesas médico-hospitalares, até R$ 2,7 mil.
Agencia Senado
O pagamento do Seguro Obrigatório para Cobertura de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre - o conhecido DPVAT - pode passar a ser feito de forma parcelada por todos os proprietários de veículos. É o que prevê projeto aprovado nesta terça-feira (2) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).De iniciativa do senador Renato Casagrande (PSB-ES), a matéria (PLS 437/08) recebeu decisão terminativa no colegiado.
Para Casagrande, devem ser asseguradas para o pagamento do seguro obrigatório as mesmas facilidades oferecidas para a quitação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), inclusive quanto ao número de parcelas.
O DPVAT prevê o pagamento de indenizações por danos causados pelos carros ou por sua carga a pessoas que estavam ou não sendo transportadas nos veículos. Em caso de acidente, as situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e, sob a forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar. No site oficial do DPVAT, consta que os valores atualmente pagos são: em caso de morte, R$ 13,5 mil; invalidez permanente, até R$ 13,5 mil; e reembolso por despesas médico-hospitalares, até R$ 2,7 mil.
segunda-feira, 1 de março de 2010
No dia que se "fabricarem" motoristas educados...
Trânsito
" O que causa problemas no trânsito é aquela 'peça' que fica atrás do volante. No dia em que se 'fabricarem' motoristas educados, respeitadores e conscientes, podem ter certeza de que não haverá necessidade de fiscalização."
Jornal "O POPULAR ", Painel do Leitor, 27.02.2010.
" O que causa problemas no trânsito é aquela 'peça' que fica atrás do volante. No dia em que se 'fabricarem' motoristas educados, respeitadores e conscientes, podem ter certeza de que não haverá necessidade de fiscalização."
Jornal "O POPULAR ", Painel do Leitor, 27.02.2010.
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