sexta-feira, 30 de abril de 2010
Só para refletir. Tempos modernos!!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Consumo Infantil. Aprenda a criar crianças que saibam lidar com o dinheiro de forma responsável
9 DICAS QUE VÃO ENSINAR SEU FILHO A LIDAR COM DINHEIRO
1- Criança precisa de exemplos práticos para começar a entender o valor das coisas;
2 - Não esconda as dificuldades financeiras nem sustente um padrão de vida irreal. A criança pode se tornar um adulto que faz qualquer coisa para aparentar um poder aquisitivo que não tem;
3 - Dê mesadas com regularidade. O mais importante não é o valor, mas a regularidade dos “pagamentos”. Cumpra o que for combinado;
4 - Não impeça seu filho de gastar o dinheiro que é dele. Haverá erros e acertos, mas parte do processo de aprender a economizar o dinheiro é saber como gastá-lo. Isso inclui fazer escolhas e, eventualmente, arrepender-se;
5 - Mantenha o planejamento. Evite dar às crianças mais do que o valor da própria mesada regular. Todos devem se acostumar, desde cedo, a viver dentro do seu padrão de renda e a fazer seu orçamento pessoal;
6 - Tarefa doméstica não deve ser remunerada. Fazer isso diminui a autoridade dos pais. A criança deve ajudar em casa porque faz parte da família;
7 - Boas notas escolares não devem ser motivo de pagamento. Pagar por boas notas na escola é mostrar à criança que o importante é o resultado, e não o aprendizado;
8 - Cartão de crédito é coisa de adulto. O cartão ensina somente a gastar e nunca a economizar, que é um conceito fundamental;
9 - Ensine o valor do dinheiro. Esclareça a diferença entre querer e precisar de alguma coisa. Estimule seus filhos a comparar preços e evite comprar aquilo que elas considerarem caro, mesmo que você possa fazê-lo.
PUBLICIDADE PARA O PÚBLICO INFANTIL É TEMA DE DEBATE NA CÂMARA
A Comissão de Seguridade Social e Família realiza audiência pública para debater o Projeto de Lei 4315/08, do deputado Vinicius Carvalho , que dobra a pena prevista para os casos de publicidade enganosa ou abusiva quando ela for dirigida a crianças.
O objetivo do debate é tentar definir de forma clara o que seria impróprio na publicidade para crianças e, a partir daí, estabelecer as penas a serem aplicadas em caso de abuso. "No Brasil, ainda não temos nenhuma regulamentação. Não existe um limite claro do que seja abusivo".
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/COMUNICACAO/147024-PUBLICIDADE-PARA-O-PUBLICO-INFANTIL-E-TEMA-DE-DEBATE-NA-CAMARA.html
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Curtas do Mercado Cooperativista

ÍNDIA LIDERA EM NÚMEROS DE COOPERATIVAS
Representantes da Índia, país do Bric com o maior número de cooperativas, se reuniram no dia 15/4/10 com integrantes do Brasil, China e Rússia, na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF). Atualmente, existe meio milhão de cooperativas na Índia. De acordo com Jagneswar, diretor do Conselho da National Federation Of State cooperative Banks, elas congregam 230 milhões de cooperados.
Entre os destaques na Índia está o setor lácteo, no qual as cooperativas são responsáveis por 94% da produção. (trecho)
OCB E BANCO CENTRAL ASSINAM CONVÊNIO
Fortalecer alianças estratégicas e investir em estudos técnicos sobre o cooperativismo de crédito e o crédito rural. A idéia é ampliar e potencializar a atuação das cooperativas de crédito em todo o País, reforçando as ações estratégicas já existentes, investindo também em novos projetos”. (trecho)
TST ENTENDE QUE EMPREGADOS DE COOPERATIVAS DE CRÉDITO NÃO SÃO BANCÁRIOS
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) publicou uma Orientação Jurisprudencial (OJ) que pacifica que os empregados de cooperativas de crédito não se equiparam a bancários. A OJ nº 379 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais traz este entendimento para efeito de aplicação do art. 224 da CLT, em razão da expressa previsão legal e, ainda, das diferenças estruturais e operacionais entre as instituições financeiras e as cooperativas de crédito.
A Orientação foi publicada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho nº 461, de 19 de abril de 2010. Para o advogado da OCB Arlyson Horta, tal Orientação Jurisprudencial é um avanço para o cooperativismo de crédito brasileiro diante de decisões contrárias que traziam prejuízos à categoria.
COMISSÃO DISCUTE APLICAÇÃO DE LEI SOBRE COOPERATIVAS DE CRÉDITO
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio realiza hoje audiência pública para discutir os avanços e também a difícil aplicabilidade da Lei Complementar 130/09, que trata do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. O debate foi proposto pelo deputado Dr. Ubiali (PSB-SP). Ele explica que as principais reclamações das cooperativas de crédito são relativas as regras sobre o capital.
A lei, sancionada no ano passado, insere as cooperativas de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN). Com isso, elas passaram a ser reguladas pelas mesmas regras das instituições financeiras. Embora as cooperativas de crédito já obedeçam regras do Banco Central aplicadas ao SFN, não existia uma regulamentação específica para o setor.
MÍNIMO PARA TED CAI DE R$ 5 MIL PARA r$ 3 MIL
O limite mínimo para a realização de Transferência Eletrônica Disponível (TED) cairá de R$ 5 mil para R$ 3 mil, segundo anúncio da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ontem. A mudança no valor entra em vigor no dia 21 de maio.
colas.epoca.globo.com/vidautil/2010/04/1ipaed-cai-de-r-5-mil-para-r-3-mil/
ESTADO COM MAIOR PRESENÇA DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO
10 Estados com maior volume de Ativos dentre os R$ 52,5 bilhões do total:
Rio Grande do Sul: 21,7% do total de ativos, com R$ 11,4 bilhões
São Paulo: 16,5% com R$ 8,7 bilhões
Minas Gerais: 15,2% com R$ 8 bilhões
Paraná: 13,4% com R$ 7 bilhões
Santa Catarina: 11,3% com R$ 5,9 bilhões
Mato Grosso: 4,3% com R$ 2,3 bilhões
Goiás: 3,3% com R$ 1,7 bilhão
Espírito Santo: 2,8% com R$ 1,5 bilhão
Distrito Federal: 2,2% com R$ 1,1 bilhão
Rio de Janeiro: 1,9% com R$ 1 bilhão
terça-feira, 27 de abril de 2010
Curtas do Mercado de Seguros
Combater a pobreza é uma tarefa difícil e permanente -- mas, quando bem sucedida, beneficia a sociedade inteira. O microcrédito é a solução mais conhecida. A micropoupança é outra inovação, que funciona no longo prazo. Outra solução, mais recente, está ganhando forma no Brasil: o microsseguro. Ele garante que a condição financeira conquistada por meio do microcrédito ou do microempréstimo não piore de novo se acontecer algum imprevisto.
Mesmo que a área não esteja regulada ainda por aqui, as seguradoras oferecem produtos mais baratos e acessíveis. Em entrevista a ÉPOCA, Craig Churchill fala sobre a fase de aprendizado em que o mercado de microsseguros está, o que já foi aprendido e como o Brasil poderá se sair.
ÉPOCA – Como o microsseguro pode afetar a vida das pessoas?
Craig Churchill - A população de baixa renda pode se beneficiar do seguro se ele for desenhado, entregue e cobrado de forma apropriada.
ÉPOCA – Como fazer para que a população de baixa renda entre no mercado de seguros?
Churchill - Um aspecto-chave é que os clientes precisam entender o que estão comprando. Os seguros para baixa renda têm de ser simplificados, ter procedimentos mais simples e canais de distribuição não tradicionais. A inovação tecnológica é uma aliada.
ÉPOCA – Parece que o Brasil vai ter uma lei específica para o microsseguro. O que você acha disso?
Churchill - Para que o microsseguro exista, é muito importante haver um ambiente regulatório desenhado.
ÉPOCA – Por que a Índia é sempre citada como exemplo de mercado de microsseguro?
Churchill - Um “boom” do microsseguro está acontecendo na Índia por causa de uma convergência de fatores. O governo dá apoio. E a Índia também é abençoada por uma sociedade civil vibrante, que abraçou o seguro como uma ferramenta de proteção legítima para os mais pobres.
Acesse o link e veja na íntegra esta reportagem.
Daniella Cornachione
http://http//revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI135474-15259,00.html
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE SEGUROS POPULARES QUE ESTÃO EM ALTA
De olho na nova classe média, bancos e seguradoras estão desenvolvendo produtos populares na mesma linha dos microsseguros que devem ser regulamentados este ano --> Normalmente associada à proteção de bens considerados mais caros, como carros ou imóveis o mercado de seguros mudou. Hoje, de olho na nova classe média, bancos e seguradoras oferecem produtos populares. São seguros que custam pouco, cobrem de raios até bala perdida e vão na mesma linha dos microsseguros.
RECLAMAÇÕES E DENÚNCIAS CONTRA BANCOS AUMENTARAM 89% EM DOIS ANOS
As reclamações ferem o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e não as regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do BC. São exemplos de desrespeito ao CDC e, portanto podem ser resolvidos no Procon ou na Justiça, o envio de cartão de crédito sem o pedido do cliente, venda casada de produtos, como crédito e seguros ou planos de previdência, e a não entrega de cópia de contratos, por exemplo.
CAIXA VAI ENTRAR NO RAMO DE SEGURO SAÚDE
A Caixa Econômica Federal venderá seguros saúde empresariais ainda neste ano. O objetivo é direcionar o produto à classe mais popular, aproveitando o crescimento econômico. O projeto está sendo desenvolvido com a Caixa Seguros. No primeiro momento, a adesão somente poderá ser feita por meio de empresas clientes do banco. Mas a Caixa não descartou a comercialização de seguros individuais.
VENDAS DE TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO SOMAM R$ 1,6 BI NO PRIMEIRO BIMESTRE
As vendas de títulos de capitalização movimentaram R$ 1,6 bilhão nos dois primeiros meses de 2010, o que representa uma expansão de 19% em relação ao mesmo período de 2009, de acordo com dados da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).
CRESCIMENTO NO SETOR SEGURO FIANÇA
O Porto Seguro Aluguel, seguro fiança da Porto Seguro, já possui cerca de 155 mil apólices vigentes. O produto tem crescido, em média, 50% nos últimos três anos. O Seguro Fiança existe para garantir o pagamento de aluguéis e demais encargos em caso de inadimplência do inquilino e oferecer benefícios exclusivos para locadores, locatários e imobiliárias.
http://funenseg.empauta.com/funenseg/index.php?action=1&data=20100426
SEGURADORA CRIADA POR MAPFRE E BB E AVALIADA EM 11 BILHÕES
A aliança estratégica entre o Banco do Brasil (BB) e a espanhola Mapfre deve sair do papel nos próximos dias e vai criar uma das maiores empresas de seguros da América Latina. A nova empresa foi avaliada em cerca de R$ 11 bilhões e o contrato está praticamente fechado. Falta acertar o valor que será pago à SulAmérica por sua fatia de 30% na Brasilveículos, que será comprada pelo BB e passará a integrar a seguradora resultante da associação.
Aline Lima, de São Paulo
http://http//www.valoronline.com.br/?impresso/financas/93/6230095/seguradora-criada-por-mapfre-e-bb-e-avaliada-em-r-11-bilhoes&utm_source=newsletter&utm_medium=manha_27042010&utm_campaign=informativo
EXTRA!!! PROJETO PERMITE QUE JOVEM TIRE CARTEIRA DE MOTORISTA AOS 16
A Câmara analisa o Projeto de Lei 6934/10, que autoriza adolescentes emancipados, entre 16 e 18 anos, a obter habilitação de motorista. A proposta, do deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).
Acesse o link e veja a íntegra do projeto.
http://http//www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRANSPORTE-E-TRANSITO/147013-PROJETO-PERMITE-QUE-JOVEM-TIRE-CARTEIRA-DE-MOTORISTA-AOS-16-ANOS.html
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Sete mudanças no mundo do trabalho
2) Era hierárquico, virou (ao menos em parte) múltiplo. O ditado “manda quem pode, obedece quem tem juízo” faz sentido nas empreitadas em que o mandante tem todas as informações, e as tarefas são mecânicas. Numa economia dominada pelos serviços, as tarefas são mais complexas: exigem mais inteligência e, além dela, emoção (pense num bom atendimento num hotel). Daí a necessidade de “líderes”, chefes que consigam engajar a equipe no trabalho (e entender qual é o trabalho a ser feito).
3) Era centralizado, virou capilarizado. Não quer dizer que a palavra do chefe não valha mais que a do peão, mas num mundo complexo e rápido o controle das informações está nas pontas, tanto quanto no centro. É daí que vem a pressão por uma espécie de democracia dentro das empresas – a direção que não sabe ouvir seus funcionários tem mais chance de se estrepar.
4) Era local, virou global. A queda de barreiras políticas (o socialismo que se abriu, os blocos que se formaram) e o avanço de tecnologias de conexão (internet, satélites, supercomputadores) aceleraram um processo que existe há séculos, senão milênios: a aproximação dos povos. Hoje, as carreiras de ponta envolvem pelo menos alguma experiência no exterior.
5) Era seguro, virou dinâmico. Numa época de menos concorrência, as empresas guardavam estoque de gente – pessoas “encostadas”, esperando a hora de se aposentar. Com o advento da ultracompetição (globalizada), não há mais espaço para gorduras. Minguaram as carreiras para a vida toda. Agora são os diretores de recursos humanos que se espantam, ao contratar jovens talentosos que admitem com candura que não têm a menor intenção de ficar ali naquela empresa por mais que três ou, no máximo, cinco anos.
6) Tinha carreiras, tem projetos. Uma das consequências de um mundo do trabalho volátil é que as pessoas têm mais a ganhar construindo seu portfolio, um pouco à maneira de artistas independentes. Importa menos o tempo de serviço, e mais o número de projetos interessantes com que você se envolveu.
7) Tinha um ciclo, tem vários. Outra consequência de um mundo do trabalho volátil é que a vida útil nas empresas diminuiu. Isso obriga as pessoas a planejar não uma carreira, mas várias. Antigamente, você fazia uma grande escolha de profissão, lá pelos 17 anos (quando a gente sabe tudo sobre si e o mundo) e ia com ela até os 60, 65 anos. Então se aposentava. Agora, não mais. Até porque nossa expectativa de vida aumentou, nossas carreiras devem ser um pouco como planos de negócios: ter estratégia de início, de manutenção… e de saída, para começar outro ciclo na vida.
http://colunas.epoca.globo.com/trabalhoevida/2010/04/06/sete-mudancas-do-mundo-do-trabalho/
EXTRA!!! TÍTULO DE ELEITORAL PELA INTERNET PODE SER SOLICITADO ATÉ 30 DE ABRIL
Quem precisa fazer título de eleitor tem até a próxima sexta-feira (30) para solicitar o título pela internet e estar apto a votar nas próximas eleições.
A solicitação também pode ser feita em um cartório eleitoral até o dis 5 de maio.
http://colunas.epoca.globo.com/vidautil/
TELE ELEITORAL - GOIÂNIA - Ligue para dúvidas e informações. Fone: 148
sábado, 24 de abril de 2010
Só para refletir. 95% das latas de alumínio são recicladas no Brasil
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Dia Mundial do Livro
A data começou a ser celebrada em 7 de Outubro de 1926 para comemorar o nascimento do escritor espanhol Miguel de Cervantes. Em 1930, a data passou para 23 de Abril, dia da morte de Cervantes.
Em 1996, a UNESCO instituiu 23 de Abril como o Dia Mundial do Livro e dos Direito de Autor, por nesta data se assinalar a morte de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.
Veja o texto abaixo:
NOVO E REVOLUCIONÁRIO CONCEITO DE TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO - O L.I.V.R.O
Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de LOCAL DE INFORMAÇÕES VARIADAS, REUTILIZÁVEIS E ORDENADAS - L.I.V.R.O.
L.I.V.R.O. representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo!
Cada L.I.V.R.O. é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantêm automaticamente em sua seqüência correta.
Através do uso intensivo do recurso TPA – Tecnologia do Papel Opaco – permite-se que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade!
Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.
Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.
Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima página. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, bastando abri-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo.
O comando “browse” permite fazer o acesso a qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.
Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você faça um acesso ao L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total, permitindo que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. sem necessidade de configuração.
Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.
Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O. através de anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada – L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.
Millôr Fernandes
Extraído do Blog do Clemente da Nóbrega
Época Negócios
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Aécio o Construtor de Pontes

Em recente entrevista, o ex-Governador de Minas, no alto de seus 92% de aprovação, Aécio Neves definiu-se de forma clara “eu vou ser sempre um construtor de pontes”!
Sejamos também construtores de pontes. Veja o artigo abaixo:
CONSTRUA PONTES, EM VEZ DE PAREDES
A nova realidade empresarial também está deixando claro que os resultados residem mais no “lado de fora” que no “lado de dentro” das empresas. A competitividade de uma empresa não é construída mais apenas dentro das suas paredes. Encontra-se também na sua conectividade com seus clientes, distribuidores, fornecedores, parceiros, formadores de opinião, investidores, legisladores, comunidade onde opera, enfim com todos aqueles agentes da rede de criação de valor da empresa.
Não dá mais para o líder ficar confinado às “paredes” do seu território formal, comandando apenas sua equipe de subordinados dentro da empresa. Seria continuar sendo apenas um líder 90 graus!
O líder 360 graus atua onde faz diferença. Exerce a liderança também fora da empresa, para cima e para os lados. Não influencia somente quem está do lado “de dentro” numa família, empresa, escola, hospital. Sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. Em poucas palavras, o líder 360 graus é um construtor de pontes entre a empresa e todos os atores da ecologia do seu negócio, em vez de, como no passado, ser um construtor de paredes que separou a empresa dos seus clientes e isolou-a da sociedade. (trecho)
http://colunas.epocanegocios.globo.com/bloglider/2008/04/28/artigo-5/
http://colunas.epocanegocios.globo.com/bloglider/2010/04/05/aecio-%e2%80%9cconstrutor-de-pontes%e2%80%9d/
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Curtas do Mercado Cooperativista
O Bancoop atua no Ramo Habitacional, e não no Ramo Crédito, como é o caso do Bancoob. O Bancoop vem sendo investigado pelo Ministério Público, desde 2007, por um suposto desvio de recursos para campanhas políticas do PT.
Devido à semelhança do nome, o Bancoob teria ingressado, em agosto de 2005, com uma ação judicial na comarca de São Paulo para evitar associações indevidas entre a sua marca e a da cooperativa habitacional Bancoop.
Fonte: Federalcred Central (trecho)
SICOOB ENGECRED É A NONA COOPERATIVA DE LIVRE ADMISSÃO DE GOIÁS
A cidade de Goiânia conta com mais uma cooperativa de crédito de livre admissão de associados. O Sicoob Engecred – GO, antes segmentada apenas para engenheiros, passa agora a atender a profissionais de todos os segmentos ligados à engenharia. Com a mudança, a cooperativa teve sua razão social alterada para Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Goiânia e Região.
Fonte: OCB/GO (trecho)
AS 50 MAIORES COOPERATIVAS DE CRÉDITO DETÉM 30% DOS ATIVOS
Segundo levantamento das informações contábeis das 1.400 Cooperativas de Crédito do Brasil, o volume total administrado pelas 50 maiores representa 30% do montante total. Acesse o link e conheça e saiba quais são as maiores cooperativas do Brasil.
http://www.cooperativismodecredito.com.br/MaioresCooperativasdoBrasil.php
COMISSÃO APROVA PROJETO QUE FACILITA PAGAMENTOS DE BOLETOS VENCIDOS
A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 5713/09, do deputado Celso Russomanno (PP-SP), que obriga as agências bancárias a aceitar o pagamento de boletos vencidos (emitidos por qualquer banco). A proposta atribui a cada agência a responsabilidade pelo cálculo da multa e dos juros. Atualmente, os boletos vencidos só podem ser pagos nos bancos que os emitiram.
w2.camara.gov.br/agencia/noticias/CUMIDOR/146775-COMISSAO-APROVA-PROJETO-QITA-PAGAMENTO-DE-BOLETOS-VENCIDOS.html
COMISSÃO APROVA REGULAMENTAÇÃO DE COOPERATIVAS DE SAÚDE
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (14) a regulamentação do exercício da atividade das cooperativas de profissionais de saúde em estabelecimentos como hospitais e clínicas.
Segundo o texto, não haverá vínculo empregatício entre o profissional de saúde cooperado e o estabelecimento contratante, desde que o profissional tenha liberdade de se fazer substituir na escala de atendimentos por outros cooperados.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/SAUDE/146879-COMISSAO-APROVA-REGULAMENTACAO-DE-COOPERATIVAS-DE-SAUDE.html
GOVERNO QUER AUTOCONTROLE OU NOVA LEI PARA CARTÕES
O principal problema identificado é a cobrança de duas tarifas pelo mesmo serviço: taxa de anuidade e manutenção da conta.
Preocupado com o que considera abusos das operadoras de cartões de crédito, o governo vai dar um ultimato aos bancos e empresas. Se não apresentarem uma proposta de autorregulamentação para o setor até o dia 30, o Ministério da Justiça enviará projeto de lei ao Congresso com normas mais rígidas para a cobrança de tarifas dos consumidores.
Juliano Basile, de Brasília
19/04/2010
Valor on line
terça-feira, 20 de abril de 2010
Curtas do Mercado de Seguros



O Projeto Viver Seguro, promovido pelo Sindseg GO/MG/MT/DF e pelo Sincor/GO, com apoio da Funenseg, foi realizado em Rio Verde/GO ontem (19/04/2010), e reuniu aproximadamente 400 pessoas, entre seguradores, corretores de seguros, empresários, securitários, autoridades e a comunidade. O objetivo do Projeto é divulgar a instituição Seguro de forma clara e simples, aproximando a indústria do seguro da população, ressaltando principalmente sua importância social e como formadora de poupança.
Após conhecerem um pouco sobre o mercado de seguros, os participantes foram brindados com uma palestra do ex-Presidente da SUSEP, o corretor de seguros Armando Vergílio e do Professor Marins, considerado o melhor palestrante do país, que fala, claro, sobre o mercado de seguros, além de passar valiosas dicas de crescimento profissional.
SEGURADORAS QUEREM INDENIZAÇÃO DA TOYOTA
MIAMI - As seguradoras querem recuperar com a Toyota o dinheiro que pagaram em acidentes que envolveram aceleração súbita, o principal problema de segurança que causou os recalls feitos pela empresa japonesa. Isso também pode significar que consumidores receberão de volta os valores pagos como franquia do seguro. Pelo menos seis grandes seguradoras, incluindo a State Farm Insurance, Allstate e Geico, começaram a examinar os sinistros que envolveram veículos incluídos nos recalls, que somam cerca de 6 milhões de automóveis nos Estados Unidos e 9 milhões no mundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
PROJETO SOBRE CONTRATOS DE SEGUROS É CRITICADO E SOFRERÁ MUDANÇAS
Janine Moraes
O Projeto de Lei 3555/04, do deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), que cria uma lei específica para os contratos de seguros privados, é prejudicial às resseguradoras (empresas que assumem parte do risco das seguradoras), segundo o presidente do IRB-Brasil Resseguros, Eduardo Nakao.
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/146744-PROJETO-SOBRE-CONTRATOS-DE-SEGURO-E-CRITICADO-E-SOFRERA-MUDANCAS.html
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Vale mesmo a pena implantar programas de qualidade de vida?

Era só o relógio marcar 10 horas para Anderson Ferreira, sócio fundador da Base Brasil, empresa paulista de consultoria em seguros de benefícios, perceber que o rendimento da equipe começava a cair. O mesmo acontecia depois das 15 horas. A razão do desânimo e do cansaço dos 200 funcionários? Fome. Ele viu no problema uma oportunidade para introduzir alimentos saudáveis na empresa. Criou o programa Comer Bem, um carrinho conduzido pela copeira que passa no meio da manhã e da tarde nas estações de trabalho para oferecer, gratuitamente, frutas, barras de cereal e iogurtes. “O custo é baixo. Com o programa, a produtividade da equipe aumentou em 30%.
Empolgado, Ferreira passou a promover outras ações: convênio com farmácias, blitz de nutrição e de fisioterapia e o programa anjo da guarda, que consiste no monitoramento e em cuidados especiais voltados aos portadores de doenças crônicas.
Qualidade de vida é competitividade. “Os empreendedores precisam entender que cuidar do bem-estar da equipe tem a ver com sustentabilidade econômica”, afirma Alberto Ogata, presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida. “O funcionário estressado ou com problemas de saúde tem uma produtividade menor e muito mais chance de se envolver em acidentes de trabalho.” Para decidir quais ações implementar, Ogata lembra que é preciso conciliar as metas da empresa — diminuir faltas, acidentes e gastos com médicos — com os interesses dos colaboradores. “Deve-se descobrir o que eles consideram importante para o programa ter popularidade”, diz.
COMO ANDA A SAÚDE DOS TRABALHADORES
O Sesi realizou pesquisa pioneira, em todo o Brasil, sobre o estilo de vida e hábitos de lazer dos trabalhadores da indústria, com 47.886 funcionários de 2.775 empresas. Confira.
20,9% afirmam não ter uma boa qualidade de sono
33% consomem álcool em excesso
34,7% se sentem cansados após o trabalho
40,5% têm excesso de peso
45,4% não realizam qualquer atividade física
47,9% alimentam-se com uma baixa quantidade de verduras e salada verde
51% nunca ou raramente usam protetor solar
Por Elisa Corrêa
Texto extraído da Revista PEGN
domingo, 18 de abril de 2010
Só para refletir. Video - Gestão e Pessoas no Mundo Contemporâneo
http://videoteca.fdc.org.br/Videos/32
Professor Ricardo Carvalho, doutor em Sociologie des Mutations, Université Paris, França, 1996.
Professor de Gestão de Pessoas e Cultura.
Autor de vários artigos e trabalhos publicados sobre a temática de Gestão de Pessoas.
Áreas de interesse em pesquisa: Subjetividade, Gestão Contemporânea e Cultura.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
GM apresenta carro-conceito para as cidades superpopulosas do futuro

Em 2030, estima-se que 60% da população mundial viverá em áreas urbanas e essas pessoas usarão dois bilhões de carros. Não é preciso ser um futurólogo para saber que os automóveis atuais não serão os mais adequados para cidades superpopulosas do futuro. De olho nisso, a General Motors lançou hoje em parceria com a Shanghai Automotive Industry um trio de carros-conceito que dão uma idéia de como pode vir a ser o transporte urbano em algumas décadas.
Com um design ultramoderno, os EN-V contam só com duas rodas e transportam duas pessoas apenas. Também são elétricos, o que significa que não poluem. Feitos a partir de materiais leves, como fibra de carbono, pesam 453 quilos. Têm um sexto do tamanho de um modelo tradicional – em uma vaga comum, cabem cinco deles.
“Eles fornecem uma solução ideal para a mobilidade urbana que permite que dirgir no futuro seja uma atividade livre de petróleo e emissões, de congestionamentos e acidentes, e mais divertida e fashion”, disse Kevin Wale, diretor do GM China Group.
Para apresentá-los ao mundo, a GM escolheu a World Expo 2010, que começa em 1º de maio e será realizada em Shanghai.
Fonte: Época Negócios
http://colunas.epocanegocios.globo.com/tecneira/2010/03/24/gm-apresenta-carro-conceito-para-as-cidades-superpopulosas-do-futuro/
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Direito do voto dos presos provisórios
O argumento é a dificuldade para a instalação de seções eleitorais nos presídios. Em São Paulo, por exemplo, há mais de 52 mil presos provisórios distribuídos em 388 presídios. A viabilização, no caso, seria dispendiosa e complexa.
Por outro lado, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu assegurar o voto dos presos provisórios (Resolução nº 23.219 de 2/3/2010), estabelecendo um prazo de 30 dias para que os Tribunais Regionais Eleitorais apresentem um cronograma de trabalho para as votações nos presídios, com dados das peculiaridades de cada Estado. A resolução, aprovada por unanimidade, vale para as eleições de 2010.
A Resolução do TSE tenta colocar em prática um direito assegurado na Constituição que não pode ter caráter facultativo para os TREs – deve ser cumprido, apesar d os entraves alegados.
Sabe-se, no entanto, que há Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, onde a situação é mais complicada devido ao chamado crime organizado. Alegam, os defensores da instalação gradativa da votação, que deve existir “uma ponderação de valores”, porque evidente que o direito de voto do preso provisório está na Constituição, mas há um outro direito fundamental, que é o direito à segurança, não só individual, mas de toda a coletividade. Assim, a votação em todos os presídios, pode colocar em risco a segurança tanto dos presos, como dos cidadãos. Seriam direitos contrapostos. Porém, o TSE não pode estabelecer regras a juízes da execução penal, responsáveis pelos presos provisórios.
A Procuradoria Geral Eleitoral noticiou a propositura de uma ação judicial (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental - ADPF), para garantir que se cumpra a determinação de assegurar o voto aos presos provisórios.
Arivaldo F. de Araújo é professor de direito eleitoral na Universo e UFG
Jornal "O Popular", 12/04/2010
Internet ajuda eleitor a fiscalizar candidatos
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Polícia Federal vão anunciar neste mês um plano inédito para combater doações ilegais nas eleições. O projeto é acompanhar, em tempo real, as contas de campanha de candidatos e partidos. Extraido do Portal Transparência, 12/04/2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Curtas do Mercado Cooperativista
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (7) o Projeto de Lei 4964/09, que autoriza as cooperativas de crédito a receber pagamentos de contribuições e tributos federais, estaduais e municipais, como os bancos já fazem. Para prestar esse serviço, as cooperativas deverão firmar convênio com os entes federativos interessados, para que sejam detalhados o recolhimento e a transferência dos valores ao Tesouro ou ao titular do crédito.
http://www.camara.gov.br/sileg/integras/633605.pdf
Agência Câmara (trecho)
Cooperação e competitividade
Antropólogos calculam em aproximadamente 12 mil anos o tempo em que nós, humanos, começamos a nos reunir de forma social, em tribos, para melhor sobreviver neste perigoso planeta chamado Terra. Dizem também que, na natureza, os seres vivos, animais e vegetais que mais chances têm de sobrevivência a longo prazo são aqueles que mais cooperam entre si, sendo ou não da mesma espécie. E que esta busca pela ajuda mútua torna-os mais aptos na escala evolutiva. A mãe-natureza, como toda boa progenitora, sempre que pode, tenta nos ensinar alguma coisa.
O conceito cooperativista nasceu por iniciativa de 28 tecelões de Rochdale, Manchester, Inglaterra, em 1844. O grupo se chamava "Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale". No Brasil, o sistema se iniciou em 1847, quando o médico francês Jean Maurice Faivre inaugurou a Colônia Teresa Cristina, com inspiração nos ideais humanistas, junto com outros colonos europeus no Paraná. No entanto, costuma-se creditar o nascimento do cooperativismo no Brasil ao surgimento, em 1902, da Sparkasse Amstad - Caixa de Economia e Empréstimos, também conhecida como Caixa Rural -, origem do atual Sicredi, em Nova Petrópolis (RS).
Hoje, o sistema brasileiro soma 7.682 cooperativas, quase 8 milhões de cooperados, representando 13 importantes setores da economia - das agrícolas aos taxistas.
Para entender o sistema, recomendo não a leitura dos livros do setor, mas os trabalhos sobre a teoria dos "comuns" da dra. Elinor Ostrom, primeira mulher a receber um Prêmio Nobel de Economia, e As Origens da Virtude, de Matt Ridley.
Fazer um departamento colaborar com o outro é um dos maiores desafios dos gestores modernos. Especialistas em comunicação interna se desdobram no eterno trabalho de catequese para que todos entendam o sistema ao qual pertencem. "Sem cooperação, não há salvação. Me ajude que eu faço sozinho".
Texto extraído da Revista Amanhã
terça-feira, 13 de abril de 2010
Curtas do Mercado de Seguros.
Aderir a seguros ainda não é cultura entre brasileiros. A estabilização da economia e o acesso ao crédito - o que aumenta o consumo de bens de alto valor agregado - são os principais fatores apontados para a expectativa de virada nesse mercado.
Para se ter uma ideia do potencial, no Brasil, a participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) foi de 3% em 2009. Nos Estados Unidos,o volume representou quase 9% do PIB. Na África do Sul, o ramo foi responsável por 15%do PIB ano passado.
Do total de seguros no mercado nacional, 35% dos vendidos são para carros; 22%, vida; 20%, saúde; e outros 23%, pulverizados entre as dezenas de modalidades oferecidas. Para este ano, a estimativa de expansão é de 20%.
As redes de varejo, como supermercados, serão os principais disseminadores de seguros. As garantias estendidas, por exemplo, já são comumente vendidas. Para Carlos Elias, diretor executivo de Marketing da seguradora Assurant, as classes C,D e E serão os principais consumidores de seguros no Brasil nos próximos anos: "A distribuição de renda ocasionará essa evolução naturalmente."
SEGURO GARANTIA ESTENDIDA
A Assurant Solutions acaba de fechar parceria com os grupos distribuidores de veículos UAB Motors, Caoa e Itavema para iniciar em São Paulo a distribuição de garantia estendida e proteção financeira para carros. O novo negócio importa para o segmento automotivo o conceito de seguro massificado já muito difundido no varejo, onde atua em supermercados. Folha de São Paulo, 13.04.2010 (trecho)
ARMANDO VERGÍLIO REASSUME A PRESIDÊNCIA DA FENACOR (Seguro em Pauta)
CORRETORES DE SEGUROS RECEBERÃO 20% DO CUSTO DE APÓLICE
A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) firmou um Termo de Acordo e Compromisso com a Federação Nacional de Seguros (Fenseg) para compensar encargos operacionais dos corretores de seguros. A partir de primeiro de junho, todas as seguradoras do país deverão repassar 20% do custo de apólice para os mais 65.489 corretores de seguros registrados atualmente na Susep. Seguro em Pauta (trecho editado)
COMISSÃO APROVA DIREITO DE SEGURADO ESCOLHER OFICINA DE REPAROS
A Comissão de Finanças e Tributação aprovou na quarta-feira (7) o Projeto de Lei 2607/07, do deputado Pepe Vargas (PT-RS), que assegura aos contratantes de seguro de veículos o direito de escolher a oficina para reparos, em caso de acidente. (Agência Câmara - trecho)
PROFESSOR VÊ EQUILÍBRIO EM PROJETO QUE REGULA CONTRATO DE SEGUROS
O professor de Direito do Seguro da PUC/SP Josué de Oliveira Rios afirmou que o Projeto de Lei 3555/04, do deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), abre a “caixa preta” dos seguros obrigatórios (como o DPVAT, por exemplo) por estabelecer as áreas de aplicação dos recursos e é “equilibrado” ao atender aos interesses de todas as partes envolvidas: as seguradoras, os consumidores e os corretores. (Agência Câmara - trecho)
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Brasileiras Empreendedoras. Loiras ganham mais que morenas e ruivas

Esqueça qualquer tipo de piada referente às mulheres loiras. Estudo realizado pelo jornal Economics Letters revela que as loiras são mais bem pagas que as morenas e ruivas.
O motivo? A pesquisa mostra que as loiras chamam mais atenção tanto dos homens quanto no mercado de trabalho.
Época Negócios (trecho)
BRASILEIRAS EMPREENDEDORAS
Foi divulgada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) uma pesquisa apontando que a taxa de empreendedorismo das mulheres brasileiras no país superou a dos homens no último ano. Elas representam 53% dos empreendedores brasileiros de 2009.
O estudo, coordenado internacionalmente por institutos como o London Business School e o Babson College, contou com 54 países. Os dados indicam que a mulher brasileira é historicamente uma das mais empreedendoras do mundo. Como principal motivação para abrir um negócio foi apontada a oportunidade, mas existem empreendedoras que também o fizeram por necessidade.
Sebrae, 06/04/2010
SUTENTABILIDADE E ACOMPANHAMENTO ON LINE DO CONSERTO SÃO DIFERENCIAIS EM OFICINA MECÂNICA ADMINISTRADA POR UMA MULHER
A administradora de empresas Rose Candeo decidiu empreender em um mercado geralmente dominado por homens: oficinas mecânicas. Para ter sucesso, a empresária pesquisou o mercado e tentou entender as necessidades de um público alvo definido: os donos de carros importados. No final de 2009, depois de quase um ano de pesquisas, ela fundou a Bimmer, um centro automobilístico especializado em veículos importados. Além da mecânica especializada,o empreendimento possibilita que o dono do carro acompanhe, online - pela página da empresa -, o conserto de seu veículo, graças a câmeras colocadas nos elevadores mecânicos.
Rose diz que o brasileiro tem muito carisma pelo seu carro e sempre quer acompanhar onde ele está, daí possibilitar que o cliente veja o conserto em tempo real. O sistema é simples: quando dá entrada na oficina, o cliente recebe um login e senha para acessar o serviço online.
À frente de 12 funcionários, sendo seis mecânicos e seis administradores, Rose preocupou-se em dar uma cara mais verde ao seu empreendimento. Para isso, usa equipamentos para reaproveitar a água da chuva. Durante o dia, a iluminação é totalmente natural. Um sistema separa o óleo da água para ser descartada de forma limpa e o lixo é retirado por empresas homologadas que possam fazer a reciclagem. A empresa também usa apenas papel reciclado para arquivos e emissão de notas. Ela garante: “Sempre tive esse pensamento de sustentabilidade. É algo em que acredito”.
A empresa espera, em 2010, faturar R$ 2 milhões, sem contar a filial.
Revisa PEGN
Marcus Vinicius Pilleggi (trecho)
sábado, 10 de abril de 2010
Só para refletir: O Jornal e a escola
O jornal pode não trazer a verdade absoluta, mas ele traz um discurso sobre o nosso tempo, ele fala da nossa sociedade e dos acontecimentos que influenciam sua dinâmica. A leitura atenta e crítica deste movimento que acontece diariamente nas páginas dos jornais é importante, faz diferença. O leitor preparado encontra o equilíbrio justamente em não acreditar em tudo o que lê.
Por isso é tão importante levar o jornal para sala de aula, pois lá a leitura pode ser contextualizada. O jornal sendo usado pelo professor não deve ser visto como mais um método inovador de ensino e sim como um objeto a ser lido, criticado, analisado, ponderado.
Texto editado
Colunista Kátia Zanvettor
quinta-feira, 8 de abril de 2010
ASSINE para acabar com a corrupção
ÉTICA, moralidade, fichas limpas e águas turvas
"A protelação do projeto Ficha Limpa evidencia a falta de comprometimento de alguns deputados do país com a ética e a moralidade", afirma Mozart Valadares Pires, presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), em artigo publicado nesta quinta-feira (8/4), na Folha (*).
"Para a AMB, o projeto Ficha Limpa deve ser levado o quanto antes ao plenário, mesmo que não haja consenso entre os deputados. A votação será nominal e representa um divisor de águas. Deixará claro quem prefere continuar nadando em águas turvas. Ao eleitor caberá acompanhar o voto do seu deputado e saber se ele demonstra o comprometimento que a sociedade espera dele".
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Curtas do Mercado Cooperativista
Os fiscais da PF não poderão exigir que as cooperativas tenham no mínimo dois vigilantes, um sistema de alarme ligado à polícia e um terceiro item de segurança, como porta de segurança, circuito interno de TV, escudo blindado ou cofres com retardo, entre outros.
Três meses depois de ter emitido a Mensagem 46/2009, em 18 de dezembro de 2009, que obrigava as cooperativas de crédito a apresentarem planos de segurança, nos moldes das instituições financeiras, conforme determina a Lei Federal nº 7.102/83, a Polícia Federal (PF) voltou atrás ao emitir a Mensagem 06/2010, em 22 de março de 2010.
Fonte: Contraf-CUT, 07/04/2010 (trecho)
ESTUDO INDICA QUE CLASSE C REPRESENTA 49% DO CONSUMO
SÃO PAULO – A participação da classe C no consumo brasileiro atingiu uma fatia de 49% no ano passado, o que representou um avanço de quatro pontos porcentuais em relação ao desempenho de 2008. Já entre as classes A e B houve uma alta de 15% para 16% na participação, enquanto as classes D e E recuaram de 40% para 35%. Os dados fazem parte da quinta edição do Observador Brasil, levantamento realizado e divulgado hoje pela Cetelem, financeira do banco BNP Paribas, em parceria com a Ipsos.
http://http//cooperativismodecredito.com.br/news/2010/04/estudo-indica-que-classe-c-representa-49-do-consumo/
Fonte: Estadão (trecho)
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS SISTEMAS SICOOB, SICREDI, UNICRED, CECRED e ANCOSOL
Dentre as 1.400 Cooperativas de Crédito existentes no Brasil, 1.069 pertencem a algum dos 5 principais Sistemas Cooperativos, sejam eles: SICREDI, SICOOB, UNICRED, CECRED e ANCOSOL.
Os dados apresentados demonstram que no ano de 2009 o SISTEMA SICREDI tornou-se o maior sistema de crédito cooperativo do Brasil quando analisado o volume de Ativos, sendo o SISTEMA SICOOB o maior quando considerados dados como Carteira de Crédito, Patrimônio Líquido, Sobras, Associados, Cooperativas e Pontos de Atendimento.
http://http//cooperativismodecredito.com.br/news/2010/03/sicredi-administra-maior-volume-de-ativos/
terça-feira, 6 de abril de 2010
Curtas do Mercado de Seguros
Audiência discute normas sobre seguros e resseguros nesta terça-feira 06.04.10, sobre
Projeto de Lei 3555/04, que estabelece novas normas para o setor, com os seguintes convidados:
- o superintendente da Susep;
- o presidente do Brasil Resseguros S.A. (IRB), Eduardo Mithiro Nakao;
- o presidente da FENACOR, Robert Bittar;
- o professor de Direito do Seguro Josué de Oliveira Rios, da PUC-SP;
- o diretor-presidente da LLX Logística S.A, Otávio de Garcia Lazcano.
Agência Câmara (trecho)
SEGURADORAS NÃO PODEM RESCINDIR CONTRATO UNILATERALMENTE, PREJUDICANDO CONSUMIDORES
Uma ação movida pela Abrasconseg - Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores de Seguros contra a Cia. de Seguros Aliança do Brasil e a Fenabb - Federação Nacional de Associações Atléticas Banco do Brasil, teve sentença de efeito nacional e de interesse dos consumidores de seguros. O julgado foi proferido pelo juiz Flavio Mendes Rabello, da 16ª Vara Cível de Porto Alegre(Proc. nº 001/1.05.0226193-9).
Jornal do Comércio/RS (trecho)
GARANTIA ESTENDIDA CRESCE NA ESTEIRA DOS EMERGENTES
Readaptada pelo governo em 2005, a garantia estendida às linhas de eletrodomésticos e eletroportáteis, antes oferecida por prestadoras de serviço, passou a ser vinculada a empresas de seguros.
"A conquista de rendas das classes C e D levou a um número maior de pessoas preocupadas em proteger mais os seus bens", afirma Ricardo Fiuza, presidente da Assurant no Brasil. Segundo Fiuza, uma das atrações da garantia estendida é a troca assegurada para produtos no valor inferior a R$ 300,00. "Não vale a pena consertar esse tipo de produto."
O Estado de São Paulo, 06.04.10 (trecho)
PROJETO PROPÕE SEGURO OBRIGATÓRIO PARA EVENTOS
Frequentar cinemas, teatros, feiras e exposições pode se tornar mais seguro para os consumidores, e também mais caro. Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados pretende tornar obrigatória a contratação de seguro pessoal para realização de eventos artísticos, desportivos, culturais e recreativos com renda resultante da cobrança de ingresso.
A ideia do projeto 6495/2009 é seguir moldes do seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre (Dpvat).
Gazeta do Povo, 05.04.2010 (trecho)
http://www.camara.gov.br/sileg/integras/718002.pdf
Seguro para multidões
Durante muitas décadas, a Caixa Econômica Federal atuou como um banco popular de uma nota só: habitação. Movida pelos financiamentos para a compra da casa própria, a Caixa transformou-se nos últimos anos numa organização ambiciosa, com atuação em várias frentes e oferta de produtos para pessoas físicas e jurídicas. Seu último movimento, na segunda-feira 29, foi a decisão de fincar pé no setor de seguro saúde. Em assembleia, os conselheiros da instituição aprovaram a criação de uma seguradora específica para esse fim. Faz sentido?
Nova estratégia: A presidente da Caixa, Maria Fernanda (acima), decide entrar no mercado de planos de saúde, dominado pelas seguradoras Bradesco e SulAmérica.
Quando se olha o potencial de receitas desse mercado, sim. “O mercado de seguros vai superar o bancário em pouco tempo. Lá fora, as seguradoras é que são donas de bancos”, diz ARMANDO VERGÍLIO, ex-presidente da Susep. No caso da saúde, o mercado brasileiro movimentou R$ 63,6 bilhões em 2009, segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS).
Somente em 2010, o crescimento do setor deverá ser de 16% a 20%, segundo as projeções Susep, autarquia que regula e fiscaliza empresas de seguros (exceto saúde), previdência aberta e capitalização. No ano passado, as receitas totais dessas companhias aumentaram 12%, para R$ 95 bilhões, e atingiram 3,16% do PIB, um recorde histórico.
ARMANDO VERGÍLIO, que dirigiu a Susep até o mês passado, prevê o dobro disso em pouco tempo. “Se não fizermos nada, o seguro vai a 6% do PIB em 10 ou 12 anos. Pelas ações estruturadas ou planejadas para curto e médio prazo, chega a 7% em cinco anos”, afirma.
O fortalecimento do setor, com a capitalização obrigatória das empresas a partir de 2008, é um dos fatores importantes nesse cenário. Segundo VERGÍLIO, os aumentos de até R$ 30 bilhões em capital ajudaram as companhias a atravessar incólumes a crise deflagrada pela quebra da maior seguradora do mundo, a AIG, nos Estados Unidos, em setembro daquele ano. “Hoje não temos mais seguradoras ameaçadas de quebrar. Isso chegou a preocupar o governo”, revelou VERGÍLIO à DINHEIRO.
Otimismo: O ex-superintendente da Susep ARMANDO VERGÍLIO prevê que o setor de seguros pode chegar a 7% do PIB em cinco anos.
A AIG era associada ao Unibanco e não corria risco local, mas o nervosismo dos mercados apressou a fusão com o Itaú, que estava sendo negociada. “O risco de imagem é tão forte que precipitou a fusão. Isso foi rapidamente equacionado. A associação do Itaú Unibanco com a Porto Seguro em automóveis fortaleceu ainda mais a atuação deles”, diz VERGÍLIO.
Quando for aprovado pelo Ministério da Fazenda, o projeto do microsseguro, com apólices específicas para o público de baixa renda, poderá incluir mais 80 milhões de consumidores no mercado, prevê o ex-superintendente. Enquanto isso não acontece, as companhias têm investido em pacotes mais baratos de proteção de pessoas e bens.
As apólices para as multidões sguros. As grandes estrelas são os planos odontológicos e de saúde para pequenas e médias empresas. Não foi à toa que a Bradesco associou-se à Odontoprev e, agora, a Caixa decidiu entrar nesse filão.
Revista Isto é Dinheiro
Finanças, 04/2010
(trecho)
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Penso, logo serei contratado.
Veja este artigo do Prof. Marcelo Trasel, do blog O de Sempre Nunca:
Penso, logo serei contratado.
Na era da gestão por competências, as empresas deixam de contratar funcionários somente pelo diploma que eles ostentam. Cada vez mais, o que conta são as qualidades pessoais de cada candidato – isto é, seus conhecimentos, experiências, perfil de comportamento, capacidade de resolver problemas, etc. Até aí, nada de novo.
A novidade é que, por causa disso, a Filosofia está se tornando um diferencial de empregabilidade. Os empregadores acreditam que essa disciplina ajuda a formar profissionais mais completos, com uma visão mais clara das coisas – independentemente de sua especialidade. Pelo menos é o que mostra esta matéria publicada no Times Higher Education, do Reino Unido.
Barry Smith, diretor do Instituto de Filosofia da Universidade de Londres, explica na reportagem que "filósofos são bons em apontar falhas de raciocínio e, geralmente, têm melhores condições do que a maioria das pessoas para detectar bobagens". Lembra, ainda, que a atual crise financeira foi provocada por pessoas que não "souberam pensar nas consequências de seus atos" e garante: "Cada vez mais, os empregadores inteligentes vão buscar pessoas que saibam olhar para frente".
Não por acaso, a demanda pelos cursos de Filosofia no Reino Unido cresceu 10% entre 2002/2003 e 2006/2007. No mesmo período, a empregabilidade dos diplomados nessa área aumentou 13%.
Revista Amanhã
