Combater a pobreza é uma tarefa difícil e permanente -- mas, quando bem sucedida, beneficia a sociedade inteira. O microcrédito é a solução mais conhecida. A micropoupança é outra inovação, que funciona no longo prazo. Outra solução, mais recente, está ganhando forma no Brasil: o microsseguro. Ele garante que a condição financeira conquistada por meio do microcrédito ou do microempréstimo não piore de novo se acontecer algum imprevisto.
Mesmo que a área não esteja regulada ainda por aqui, as seguradoras oferecem produtos mais baratos e acessíveis. Em entrevista a ÉPOCA, Craig Churchill fala sobre a fase de aprendizado em que o mercado de microsseguros está, o que já foi aprendido e como o Brasil poderá se sair.
ÉPOCA – Como o microsseguro pode afetar a vida das pessoas?
Craig Churchill - A população de baixa renda pode se beneficiar do seguro se ele for desenhado, entregue e cobrado de forma apropriada.
ÉPOCA – Como fazer para que a população de baixa renda entre no mercado de seguros?
Churchill - Um aspecto-chave é que os clientes precisam entender o que estão comprando. Os seguros para baixa renda têm de ser simplificados, ter procedimentos mais simples e canais de distribuição não tradicionais. A inovação tecnológica é uma aliada.
ÉPOCA – Parece que o Brasil vai ter uma lei específica para o microsseguro. O que você acha disso?
Churchill - Para que o microsseguro exista, é muito importante haver um ambiente regulatório desenhado.
ÉPOCA – Por que a Índia é sempre citada como exemplo de mercado de microsseguro?
Churchill - Um “boom” do microsseguro está acontecendo na Índia por causa de uma convergência de fatores. O governo dá apoio. E a Índia também é abençoada por uma sociedade civil vibrante, que abraçou o seguro como uma ferramenta de proteção legítima para os mais pobres.
Acesse o link e veja na íntegra esta reportagem.
Daniella Cornachione
http://http//revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI135474-15259,00.html
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE SEGUROS POPULARES QUE ESTÃO EM ALTA
De olho na nova classe média, bancos e seguradoras estão desenvolvendo produtos populares na mesma linha dos microsseguros que devem ser regulamentados este ano --> Normalmente associada à proteção de bens considerados mais caros, como carros ou imóveis o mercado de seguros mudou. Hoje, de olho na nova classe média, bancos e seguradoras oferecem produtos populares. São seguros que custam pouco, cobrem de raios até bala perdida e vão na mesma linha dos microsseguros.
RECLAMAÇÕES E DENÚNCIAS CONTRA BANCOS AUMENTARAM 89% EM DOIS ANOS
As reclamações ferem o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e não as regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do BC. São exemplos de desrespeito ao CDC e, portanto podem ser resolvidos no Procon ou na Justiça, o envio de cartão de crédito sem o pedido do cliente, venda casada de produtos, como crédito e seguros ou planos de previdência, e a não entrega de cópia de contratos, por exemplo.
CAIXA VAI ENTRAR NO RAMO DE SEGURO SAÚDE
A Caixa Econômica Federal venderá seguros saúde empresariais ainda neste ano. O objetivo é direcionar o produto à classe mais popular, aproveitando o crescimento econômico. O projeto está sendo desenvolvido com a Caixa Seguros. No primeiro momento, a adesão somente poderá ser feita por meio de empresas clientes do banco. Mas a Caixa não descartou a comercialização de seguros individuais.
VENDAS DE TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO SOMAM R$ 1,6 BI NO PRIMEIRO BIMESTRE
As vendas de títulos de capitalização movimentaram R$ 1,6 bilhão nos dois primeiros meses de 2010, o que representa uma expansão de 19% em relação ao mesmo período de 2009, de acordo com dados da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).
CRESCIMENTO NO SETOR SEGURO FIANÇA
O Porto Seguro Aluguel, seguro fiança da Porto Seguro, já possui cerca de 155 mil apólices vigentes. O produto tem crescido, em média, 50% nos últimos três anos. O Seguro Fiança existe para garantir o pagamento de aluguéis e demais encargos em caso de inadimplência do inquilino e oferecer benefícios exclusivos para locadores, locatários e imobiliárias.
http://funenseg.empauta.com/funenseg/index.php?action=1&data=20100426
SEGURADORA CRIADA POR MAPFRE E BB E AVALIADA EM 11 BILHÕES
A aliança estratégica entre o Banco do Brasil (BB) e a espanhola Mapfre deve sair do papel nos próximos dias e vai criar uma das maiores empresas de seguros da América Latina. A nova empresa foi avaliada em cerca de R$ 11 bilhões e o contrato está praticamente fechado. Falta acertar o valor que será pago à SulAmérica por sua fatia de 30% na Brasilveículos, que será comprada pelo BB e passará a integrar a seguradora resultante da associação.
Aline Lima, de São Paulo
http://http//www.valoronline.com.br/?impresso/financas/93/6230095/seguradora-criada-por-mapfre-e-bb-e-avaliada-em-r-11-bilhoes&utm_source=newsletter&utm_medium=manha_27042010&utm_campaign=informativo
EXTRA!!! PROJETO PERMITE QUE JOVEM TIRE CARTEIRA DE MOTORISTA AOS 16
A Câmara analisa o Projeto de Lei 6934/10, que autoriza adolescentes emancipados, entre 16 e 18 anos, a obter habilitação de motorista. A proposta, do deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).
Acesse o link e veja a íntegra do projeto.
http://http//www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRANSPORTE-E-TRANSITO/147013-PROJETO-PERMITE-QUE-JOVEM-TIRE-CARTEIRA-DE-MOTORISTA-AOS-16-ANOS.html
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