
Até 1990, ou um pouco antes, sinônimo de carreira era ficar de 20 a 30 anos crescendo numa grande empresa multinacional, esse era tambem o desejo dos pais para os filhos. A abertura do mercado, a competição internacional, a redução drástica de pessoal (reengenharia, lembra?), as transformações provocadas pelas novas tecnologias reduziram os ciclos de mudança nas empresas e agitaram a vida para o bem e para o mal de todos aqueles que estavam empregados ou que desejavam um emprego.
O ponto de vista mudou. Há muita inquietação e o marasmo de um emprego de rotina já não é aceito pacificamente como no passado.
O empreendedorismo também deixou já deixou de ser opção apenas para os excluídos do mercado de empregos formais (quem se lembra do “Engenheiro que virou suco”?). Muitos jovens já deixam a faculdade buscando criar seu próprio negócio.
Tive acesso a uma recente pesquisa feita pela GEM, Global Entrepreneurship Monitor, que demonstrou que o crescimento do empreendedorismo no Brasil está nas mãos dos jovens. Segundo a pesquisa, 52,5% dos empreendedores têm entre 18 e 34 anos, sendo que 20,8% estão na faixa de 18 a 24 anos, enquanto 31,7% encontram-se entre 25 e 34 anos.
Contudo, empreender não deve ser encarado como uma aventura. Você pode aprender a empreender. A atitude empreendedora também deve ser planejada como a construção de sua carreira. Mesmo trabalhando com carteira assinada, o espírito empreendedor deve se revelar. E ali mesmo, na atual função dentro de uma grande empresa, você pode começar a construir seu ‘Plano B’.
Ampliar contatos profissionais, participar de associações e realizar cursos específicos são estratégias importantes para pavimentar um terreno do empreendedorismo (conheça o site do Sebrae). Você precisa ver se tem vocação para o desafio, que não é pequeno.
http://colunas.epocanegocios.globo.com/carreira/2010/06/09/aprender-a-empreender/
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