Eleito presidente da FIFA em 1921, Jules Rimet tinha o projeto de usar o futebol para aproximar os povos após o conflito da Primeira Guerra Mundial. Em 1930, o sonho se tornou realidade: há 80 anos nascia o evento esportivo mais popular do mundo.
No dia 21 de junho de 1930, um navio deslizava lentamente rumo ao horizonte. Saindo da França, seu destino era o Uruguai. A bordo, passageiros quase anônimos e um homem de terno e gravata, cabelos brancos e bigode finamente talhado ostentava um sorriso discreto. Em sua bagagem, uma estatueta de 30 cm de altura e 4 kg, representando uma Vitória segurando sobre a cabeça um vaso octogonal: a Copa do Mundo, um troféu de ouro maciço produzido pelo escultor francês Abel Lafleur. O homem que cuidava desse precioso tesouro chamava-se Jules Rimet. Seu motivo: aproximar os jogadores dos dois hemisférios, em um espírito de fraternidade, e fazer do futebol o rei dos esportes atléticos.
Em 1923, o jornalista Maurice Pefferkorn escreveria, sobre os talentos diplomáticos de Rimet: “Ele tem o espírito político que lhe sustenta o senso de governo. Ele tem o gosto do favor popular e o respeito da opinião das massas”.
Em 30 de julho de 1930, dia da final Uruguai-Argentina, os 80 mil torcedores uruguaios mal respiravam. A Celeste – como chamavam sua equipe – vencia por 3 a 2 pouco antes de soar o apito final, mas não estava a salvo de um contra-ataque argentino. Poucos minutos depois,o Centenario transbordava de felicidade. Jamais Jules Rimet havia conhecido “uma tal tempestade de entusiasmo, de emoção liberada”.
Jules Rimet havia vencido sua aposta: fazer dessa competição um formidável espetáculo popular de alcance universal.
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/copa_surgiu_para_curar_as_feridas_da_primeira_guerra_6.html
No dia 21 de junho de 1930, um navio deslizava lentamente rumo ao horizonte. Saindo da França, seu destino era o Uruguai. A bordo, passageiros quase anônimos e um homem de terno e gravata, cabelos brancos e bigode finamente talhado ostentava um sorriso discreto. Em sua bagagem, uma estatueta de 30 cm de altura e 4 kg, representando uma Vitória segurando sobre a cabeça um vaso octogonal: a Copa do Mundo, um troféu de ouro maciço produzido pelo escultor francês Abel Lafleur. O homem que cuidava desse precioso tesouro chamava-se Jules Rimet. Seu motivo: aproximar os jogadores dos dois hemisférios, em um espírito de fraternidade, e fazer do futebol o rei dos esportes atléticos.
Em 1923, o jornalista Maurice Pefferkorn escreveria, sobre os talentos diplomáticos de Rimet: “Ele tem o espírito político que lhe sustenta o senso de governo. Ele tem o gosto do favor popular e o respeito da opinião das massas”.
Em 30 de julho de 1930, dia da final Uruguai-Argentina, os 80 mil torcedores uruguaios mal respiravam. A Celeste – como chamavam sua equipe – vencia por 3 a 2 pouco antes de soar o apito final, mas não estava a salvo de um contra-ataque argentino. Poucos minutos depois,o Centenario transbordava de felicidade. Jamais Jules Rimet havia conhecido “uma tal tempestade de entusiasmo, de emoção liberada”.
Jules Rimet havia vencido sua aposta: fazer dessa competição um formidável espetáculo popular de alcance universal.
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